Vida Etérea

RAÇAS [MASTERPOST]

RAÇAS [MASTERPOST]
EU NÃO ACHEI QUE EU CONSEGUIRIA AINDA ESSE MÊS, MAS EU CONSEGUI, ENTÃO, POR FAVOR, DÊEM FEEDBACKS.
E AQUI ESTÁ O MANUAL COMPLETO DE RAÇAS DE PLURALYIAH.
Tem alguns desenhos, e todos feitos por mim.
SUMÁRIO
  1. ALLIGATOR
  2. ANÃO
  3. ATLANTE
  4. BOTO-COR-DE-ROSA
  5. BISEÉ (MEIO BISÃO VOADOR)
  6. CURUPIRA
  7. ELFO (tem arte)
  8. ELFO DO CÉU
  9. ELFO GÉLIDO
  10. ELFO NEGRO (tem arte)
  11. FE-ÉRY
  12. FEITHNARI (tem arte)
  13. FINTROLL
  14. PARVUS
  15. HUMANO
  16. MAGMARÉU
  17. MEDUSA
  18. MEFITE (tem arte)
  19. MINOTAURO
  20. REPTILIANES
  21. GEENY
  22. SEREIA/TRITÃO
  23. REPROBI

Anão
Uma das raças fundadoras de Pluralyiah, disputava em números junto com Elfos até que humanos começaram a se espalhar como uma praga, sendo filhos de várias misturas e raças.
Habilidades de Raça
+3 Carisma, +3 Perspicácia; tamanho menor
MÃOS GENTIS
Você adiciona seu modificador de carisma ou perspicácia em testes de Ladinagem e Furtividade, essa escolha deve ser feita assim que a ficha estiver pronta.
AFÁVEL
Como criador e fundador da maior parte dos continentes, você consegue entender qualquer língua humanoide do mundo material de Pluralyiah.
FORTE COMO UMA FORMIGA
Você consegue carregar até 6x o seu próprio peso.
ENGENHOSO
Você consegue entender o funcionamento de qualquer engenhoca não-mágica gastando duas horas observando-a, mesmo sem tocá-la.

Atlante
Habilidades de Raça
+2 Força, +2 Perspicácia, +2 Agilidade -2 Constituição
Uma raça vinda de pessoas que moravam em ilhas que acabaram se afundando pouco a pouco, forçando-os a passar cada vez menos tempo na água e se relacionando mais com sereias do que com sues próprias espécies. SIM, SUES, ESSA RAÇA É UMA MISTURA DE QUALQUER RAÇA TERRENA COM SEREIAS E TRITÕES.
MESTRE DOS MARES
Você pode utilizar a magia Compreender Idiomas em qualquer criatura aquática com modificador de inteligência superior a 2, além disso, enxerga completamente em escuridão, incluindo camuflagem total por até 32M
CORPO FLUIDO
O veneno se espalha pelo seu organismo como se espalha pelo oceano, tem penalidade 3 em envenenamento, e como no oceano se dissipa em você, tendo sua duração reduzida pela metade em efeitos negativos de envenenamento.
OSCILAR
Seus ancestrais passavam a vida lutando nas águas, então, fora delas, seus ataques têm mais poder e pressão. Pode nadar com deslocamento de 14m e envenenar suas garras para usá-las como ataque natural numa quantidade de vezes por dia igual a 1+ o seu modificador de constituição.
LUTA LIVRE
Quanto mais aquodinâmicas as armas, melhores. Recebe +2 de dano e em
rolagens de dano com azagaias, lanças e tridentes, além disso, para você essas são consideradas armas intuitivas.

BOTO-COR-DE-ROSA
Habilidades de Raça
+4 de bônus em carisma, +2 em agilidade, -2 em força
Uma nova criação do acasalamento de Atlantes e Sereias/Tritões. Estes são a culpa do mito de mulheres que, após um dia de descanso na praia, aparecem grávidas de um homem que pulou nos mares/rios e muitas vezes sumiu, jamais sendo visto novamente.
HUMANO QUASE COMPLETO
Você ganha um uso da magia seduzir em qualquer raça, gênero ou etnia, para resistir, e alve deve passar em um teste de CD15 (+ o modificador de carisma de conjuradore). Caso e alve falhe no teste, atenderá a qualquer pedido cortês, lascivo ou carnal de conjuradore por duas horas. Uso limitado à atividade de seduzir. Caso e alve seja bem-sucedido, saberá que e conjuradore tentou lançar uma magia, mas isso não limita sua reação, talvez ele já quisesse algo com e conjuradore.
DROGA, UMA BARBATANA
Essa criatura deve fazer um teste de vontade toda vez que entrar na água para não virar um boto, e toda vez que sair da água para não virar um humano – a não ser que essa seja sua vontade. É um teste de Constituição de CD13.
CARISMÁTICO
Como um bom boto sedutor, você recebe +5 em testes de diplomacia, cortejo, flerte e enganação, além de sua velocidade de deslocamento aumentar em 3m, na água sua velocidade de deslocamento aumenta em 15m.
BOTO VELOZ
Sua velocidade de deslocamento aumenta em 3m, na água sua velocidade de deslocamento aumenta em 15m.

BISEÉ (MEIO BISÃO VOADOR)
Habilidades de Raça
+4 força, +2 constituição, -2 perspicácia
Biseés costumam ser tímidos, mas isso não é uma regra, só se sentem inferiores em aparência em relação às demais raças, por mais que muitos o achem fofos. É comum pessoas quererem adotarem Biseés, e isso os incomoda.
HERANÇA DO BISÃO VOADOR
Você é tem sangue de Bisão voador, por isso recebendo o nome de Biseé (se pronuncia bizí). Sua pele é coberta por pelagem e você tem pequenos chifres acima das sobrancelhas, além de uma cauda achatada.
+2 em jogadas de ataque para atropelar e empurrar.
+4 em jogadas de ataque (em vez de +2) quando faz investidas.
ARMA NATURAL
Você tem chifres e pode executar um ataque adicional por rodada com os chifres ou um giro batendo com a cauda causando 1d6 de dano, mas sofre penalidade de –2 em todos os ataques (incluindo este). Atacar com a causa exige uma ação de movimento livre e empurra inimigos para 3m de você.
VÔO MÁGICO
Sua cauda é uma herança mágica, há uma crença de que apenas com ela é possível que um Biseé levante voo, sendo um instinto batê-la no chão para levantar voo mágico, mas isso não é verdade. Todavia, um Biseé consegue levantar vôo tendo 1m livre atrás de si, podendo voar até 15m acima do chão.
AMASSAR
Sua cauda consegue quebrar ou amassar qualquer objeto que não seja composto por materiais preciosos de até tamanho médio.

CURUPIRA
Habilidades de Raça
+3 perspicácia, +3 agilidade, -2 constituição
Curupiras são protetores da mata, muito ágeis e sábios, sempre pregando peças em quem tenta machucar a natureza e muito amigo de tudo o que é vivo.
BOM FRUTO
Você consegue achar qualquer coisa boa para se alimentar na natureza, e reconhecer instintivamente se algo está envenenado.
IRRASTREÁVEL?
A anatomia dos seus pés funciona para o lado contrário da anatomia humana, sendo assim, para te rastrear, e rastreadore tem que fazer um teste de CD 15 (+ o modificador de agilidade de curupira)
EMPATIA ANIMAL
Não precisa realizar testes para adestrar ou montar em animais.
CORRA, CURUPIRA, CORRA!
Sua velocidade de deslocamento aumenta em +6m.

Elfo

https://preview.redd.it/h4oxs5w5y4g51.png?width=1500&format=png&auto=webp&s=5e0752635a7d054387b45f01f03637fc4b325181
Habilidades de Raça
+2 em carisma, +4 em perspicácia, -2 força
FLUIDEZ CORPÓREA
Você sabe dançar qualquer coisa – muito bem, usar espadas curtas, espadas longas, floretes e arcos (curtos, longos e compostos), recebendo Treino em Arma em duas dessas armas sem consumir seus pontos de talento. A escolha das duas armas deve acontecer antes de a ficha ser finalizada e não pode ser modificada.
O QUE VEM DE MAGO NÃO ME ATINGE
A herança mágica corre em suas veias, recebe +4 em testes para resistir à magia e sofre 2 a menos de dano por magia arcana.
MAGIA METALÓGICA
A magia pra você é uma ciência, e uma vez dominada, é uma faca de dois gumes. Suas magias aumentam todos os efeitos numéricos em 6 – incluindo se você for afetado pela própria magia, além disso, consegue lançar as magias Esferas Luzentes, Sono e Pasmar ainda que não pertença a uma classe arcana.
AURA MÁGICA
O dobro do seu modificador de perspicácia é igual à sua EM se não for treinado numa classe arcana. Caso pertença a uma classe arcana, apenas seu modificador de perspicácia se soma à sua PM, e não o dobro.

Elfo do Céu
Habilidades de Raça
-2 Carisma, +2 Agilidade, +4 Força
AERODINÂMICO.
Maças-estrela são armas intuitivas para você, recebe +3 em dano e testes para utilizar armas de arremesso, arco-e-flecha e/ou maças-estrela. Além disso, por precisar constantemente de oxigênio para se manter voando, seu pulmão é maior que o normal, ganhando +4 em testes para resistir a sufocamento e afogamento.
ELFO... DO CÉU!
Você tem asas de 1,5m e pode voar com o dobro do seu deslocamento terreno. Para lançar vôo, você precisa estar entre o espaço livre de 3m em quaisquer direções paralelas (norte-sul/leste-oeste... etc). Você pode dormir enquanto voa e voar não te causa cansaço ou impede de utilizar armas. Recebe penalidade 2 para andar em terreno difícil além da penalidade coum.
ANJO QUASE-SEM ASAS
Você pode lançar a magia ilusão em uma quantidade de vezes por dia igual ao seu modificador de Carisma +1 para esconder suas asas.
VIGILANTE
Você não precisa dormir, e consegue se recuperar completamente em vida e PM meditando por 3h, no entanto, isso te faz pouco sociável devido ao estresse por privação de sono.

ELFO GÉLIDO
Habilidades de Raça
+4 em constituição, +2 em força, -2 carisma
LUTA LIVRE
Quanto mais aquodinâmicas as armas, melhores. Recebe +2 de dano e em
rolagens de dano com azagaias, lanças e tridentes, além disso, para você essas são consideradas armas intuitivas.
CORAÇÃO DE GELO
Você não recebe penalidade por andar ou lutar em terreno difícil quando esse terreno é gelo, neve, ou terreno frio; NA VERDADE, você ganha 3m de velocidade de deslocamento nesses terrenos e tem +3 em testes de acrobacia e atletismo. Você não precisa esquentar frutos do mar para comer e nem se agasalhar no frio.
CICATRIZAR
O gelo também é muito eficaz para cicatrizar feridas, e pela adaptação élfica, você é capaz de escolher uma parte do seu corpo por ação de movimento para ser cicatrizada e curar 1d4 de vida – você não pode utilizar essa habilidade se não estiver sob efeito de sangramento a não ser que tenha acabado de ser ferido por até 5 de suas ações de movimento anteriores ao uso dessa habilidade.
Partes do corpo para se concentrar: Mãos, Antebraços, Bíceps, Peitoral, Abdome, Costas, Cintura, Coxa, Canela, Panturrilha, Pés, Pescoço, Cabeça, Região entre-ombros.
VISÃO PERFEITA
Acostumade a ter épocas de penumbra distantes das épocas de Sol, sua visão se adapta facilmente a qualquer claridade – ou à falta dela. Você enxerga qualquer coisa que não esteja sendo bloqueada da sua visão em linha reta num raio de 32m

ELFO NEGRO
https://preview.redd.it/lhmxh6m3y4g51.png?width=4096&format=png&auto=webp&s=7071d537144fd5fdd4e8dfbbbe48bac4661e37b2
+2 em constituição, +2 em agilidade, +2 carisma, -2 em uma habilidade à sua escolha
A CURA PELA DOR
Você pode cauterizar qualquer ferimento utilizando uma ação de movimento – tanto seus quanto de outras criaturas vivas. Role 1d2 (metade de 1d4) de dano, a criatura deve estar disposta a sofrer o resultado em troca do estancamento daquela região. Se a criatura não morrer, ela cura 1d4 de vida.
CORAÇÃO SOLAR
Você não recebe penalidade por andar ou lutar em terreno difícil quando esse terreno é neve, brasa, ou terrenos vulcânicos; NA VERDADE, você ganha 3m de velocidade de deslocamento nesses terrenos e tem +3 em testes de acrobacia e atletismo. Você não precisa se proteger do calor e consegue esquentar qualquer condimento utilizando de sua concentração nas mãos.
VIGILANTE ETERNO
O sol te vitaliza, ficar por três horas no Sol, sem entrar em sombras, recupera sua vida e sua Essência Mágica como se tivesse entrado em sono profundo. Você pode ficar acordado pra sempre se for inteligente.
SÍSMICO
Você consegue rastrear qualquer criatura que esteja sob o mesmo solo que você a 12m.

Fe-éry
Habilidades de Raça
+2 carisma, +2 agilidade, +2 perspicácia, -2 força
AGORA VOCÊ ME VÊ...-
Seu tamanho torna fácil se esgueirar, espiar e se esconder. Você recebe +5 em testes de furtividade e ladinagem.
PÓ DE FE-ÉRY
Pode lançar a magia Leque Cromático OU Levitação por uma quantidade de vezes igual a 1+ metade arredondada para inferior do seu modificador de Carisma. Uma vez no dia feita essa escolha, só poderá ser modificada após dormir.
ZUUUMMM...
Você tem asas de 60cm, seu tamanho não pode ultrapassar 1m, e pode voar com o dobro do seu deslocamento terreno. Para lançar vôo, você precisa estar entre o espaço livre de 60cm em quaisquer direções paralelas (norte-sul/leste-oeste... etc). Você pode dormir enquanto voa e voar não te causa cansaço ou impede de utilizar armas.
AERODINÂMICO.
Maças-estrela são armas intuitivas para você, recebe +3 em dano e testes para utilizar armas de arremesso, arco-e-flecha e/ou maças-estrela. Além disso, por precisar constantemente de oxigênio para se manter voando, seu pulmão é maior que o normal, ganhando +4 em testes para resistir a sufocamento e afogamento.

Feithnari
https://preview.redd.it/1cu3oap7y4g51.png?width=2088&format=png&auto=webp&s=7933351930efab812ab4e8c72e63d56c3d489cb2
Habilidades de Raça
+4 perspicácia, +2 força, -2 perspicácia
ESVOEJAR
Recebe Classe de Armadura +7, seu corpo é envolvido por plumagem de penas de protegem e envolvem todo o seu corpo, suas asas são resistentes e rápidas o suficiente para impedir muitos ataques.
POUSO LEVE
Deslocamento base 6m, pode voar com o triplo de seu deslocamento terreno e se sustentar em armas, cordas, fios, rochas e telhados sem penalidades por terreno difícil. Está constantemente sob efeito do talento Queda Suave, mesmo com as asas presas.
AERODINÂMICO.
Maças-estrela são armas intuitivas para você, recebe +3 em dano e testes para utilizar armas de arremesso, arco-e-flecha e/ou maças-estrela. Além disso, por precisar constantemente de oxigênio para se manter voando, seu pulmão é maior que o normal, ganhando +4 em testes para resistir a sufocamento e afogamento.
ARMAS NATURAIS
Possui garras afiadas no lugar das unhas e bico afiado sensível à polaridade do Globo Pluralyiano no lugar da boca, tem bônus +3 para teste de acerto com bico e garras, se acertar, causa 2d4+4 de dano perfurante, sempre sabe pra que direção é o norte, sul, leste e oeste, mesmo se estiver prese em locais fechados.

Fintroll
Habilidades de Raça
+6 perspicácia
CASA É TODO LUGAR
Você não recebe penalidade por andar ou lutar em terreno difícil – o que não significa que você não sinta penalidade por ser exposte a frio ou calor contínuos, e tem +3 em testes de acrobacia e atletismo. Não pode entrar em combustão ou chamas, sua pele é como couro ou folha verde.
COMER COGUMELOS
Você consegue identificar se qualquer comida ou bebida é tóxica ou não fazendo uma observação de 15min. Você não precisa tocar, mas precisa interpretar algo que faça metalógica durante o processo.
LÍNGUA UNIVERSAL
Consegue conversar com qualquer criatura com modificador de inteligência superior a 1 em qualquer língua, possuindo +5 em testes de Diplomacia.
ENRAIZAR
Se estiver a pelo menos 32m de alguma planta, pode conjurar a magia ENRAIZAR em uma quantidade de vezes por dia igual ao seu modificador de perspicácia sem gastar EM. O alvo tem direito a teste de Reflexos para resistir.

Parvus
Habilidades de Raça
+6 de bonus em atributos, 2 de penalidade em um atributo
FLUIDEZ CORPÓREA
Você sabe dançar e tocar qualquer coisa – muito bem, usar floretes-agulha, espadas longas, floretes e arcos (curtos, longos e compostos), recebendo Treino em Arma em duas dessas armas sem consumir seus pontos de talento. A escolha das duas armas deve acontecer antes de a ficha ser finalizada e não pode ser modificada.
SORTUDO
Você recebe, por uma quantidade por dia igual ao seu modificador de carisma, a chance de usar sua sorte em qualquer teste. O uso deve ser anunciado antes da rolagem dos dados. Sua sorte é de 4+1 por nível (incluindo o nível 1, no qual sua sorte é 5)
ATLETA
Para Parvus, a perícia Atletismo não é baseada em Força, mas em Agilidade.
ENGENHOSO
Você consegue entender o funcionamento de qualquer engenhoca não-mágica gastando duas horas observando-a, mesmo sem tocá-la.

Humano
Habilidades de Raça
+2 em 3 atributos à sua escolha
3 talentos adicionais à escolha do jogador.
2 perícias treinadas extras, que não precisam ser escolhidas entre suas perícias de classe. Caso escolha o talento Herança, você pode pegar uma habilidade racial de qualquer raça de Pluralyiah.
ADAPTAÇÃO
Você tem +7 em testes para aprender qualquer coisa.

Você recebe o talento Poder Concedido, mas uma divindade deve ser adotada como sua padroeira.

MAGMARÉU
Habilidades de Raça
+3 constituição, +3 força, -2 agilidade
Magmaréu são criaturas filhes de elementais do fogo, seu toque é capaz de queimar, seu andar capaz de derreter a neve. Magmaréis são resistentes e fortes, mas pouco ágeis.
CORPO REVESTIDO
Você ganha +7 de classe de armadura, sua pele é revestida por magma. Você é imune a dano de calor, fogo, e lava.
TOQUE AQUECEDOR
Você pode, por uma quantidade igual ao seu modificador de Constituição por dia, expelir partículas de magma em inimigues que causam 1d6 de dano, você também pode utilizar disso para acender fogueiras
EXPLOSÃO MAGMIFICENTE
Ao desmaiar por dano provindo de um ataque inimigo, emana uma explosão gélida de 9m que causa 1d20 de dano em quem estiver em volta, aliados tem direito a uma ação bônus para tentar escapar
FOGO AMIGO
Pode transformar seu corpo em magma resfriado para poder conviver com humanos numa quantidade de vezes igual ao seu modificador de constituição por dia

Medusa
Habilidades de Raça
+4 perspicácia, +2 agilidade, -2 carisma
Medusas são criaturas com cobras no lugar de suas cabeças, muitos as temem pelas Medusas anciãs, capazes de transformar inimigues em pedra
OLHOS POR TODA PARTE
Você e suas serpentes conseguem enxergar por 15m em 360º, mesmo no escuro, mas não ignoram camuflagem total.
OLHAR PARALISANTE
Por uma quantidade de modificador de Carisma +1 por dia, você pode, como uma ação completa, se estiver olhando nos olhos do alvo, deixar o alvo sob efeito de Encanto. A partir do nível 9, a criaturas de 1d10 níveis são petrificadas se estiverem olhando para você. Recebe +5 em testes de intimidação.
MEIO-ANIMAL
Você consegue falar qualquer língua elemental ou silvestre. Seu deslocamento aumenta em 3m.
ATAQUE NATURAL
As serpentes de sua cabeça podem, utilizando uma ação de movimento, atacar, causando 1d6 de envenenamento + 1d6 de dano perfurante com suas presas. Utilizar esse ataque penaliza suas jogadas de ataque no mesmo turno em -2.

MEFITE
https://preview.redd.it/jvon7oz8y4g51.png?width=567&format=png&auto=webp&s=4f3982e99a0d4d11578086ff56182d2c8da946e9
Habilidades de Raça
+3 força, +3 agilidade, -2 carisma
Mefites são criaturas do tipo MONSTRO, magias que só afetam humanes não tem efeito sobre Mefites.
ALMA GÉLIDA
Você é imune a afogamento e dano de gelo/frio, tem penalidade 3 em dano de calovapocombustão, mas não entra em chamas ou combustão por ter uma pele membranosa.
ASAS FRESCAS
NÃO PODE VOAR ACIMA DE 3M, MAS PODE PLANAR EM QUALQUER ALTURA.
LUFO GLACIAL
Pode, por uma quantidade igual ao seu modificador de Carisma/dia, lançar LUFO GLACIAL, uma magia em área de cone de 6m que causa 5+2d4 de dano frio. Um teste de reflexos pode ser realizado para levar apenas 5 de dano. Ao desmaiar por dano provindo de um ataque inimigo, emana uma explosão gélida de 9m que causa 1d20 de dano em quem estiver em volta, aliados tem direito a uma ação bônus para tentar escapar
ATAQUE NATURAL
Possui mãos com membranas entre dedos e garras no lugar das unhas, tem bônus +3 para teste de acerto, se acertar, causa 1d4+1 de dano físico e 1d4+2 de dano de frio/gelo.

Minotauro
Habilidades de Raça
+5 força, +3 agilidade, -4 perspicácia
Definitivamente a raça mais brigona de Pluralyiah, E ELES SÃO BONS NISSO.
MEU DIÁLOGO É NA BASE DA PORRADA
+7 em qualquer jogada de ataque físico, +2 em classe de armadura, sua pele é feita de couro rígido.
É QUE EU SOU MEIO TOURO
Medo de altura. Caso tenha que subir qualquer altura superior a 3m (ou se estiver a até 3m de uma queda desta altura), um minotauro sofre penalidade de -4 em suas jogadas e testes. Ele também não pode realizar nenhuma ação que dependa de concentração, como conjurar magias ou ler.
TO SENTINDO UMA TRETA...
+6 em testes para rastrear com faro, +8 em testes para não se perder.
ARMA NATURAL
Você pode utilizar atropelar ou chifrar como ação completa, dobrando seu deslocamento durante a ação e causando 1d12 de ano, mas perdendo uma ação de movimento no próximo turno.

REPTILIANES
Habilidades de Raça
+2 em 3 atributos à sua escolha
Reptilianes são filhes de raças meio-humanas que, ao longo dos milênios, evoluíram para uma raça forte e independente.
PENALIDADE: SEM PERNAS
Você não pode cavalgar ou usar armadura completa, apenas a parte de cima, mas sua cauda admite que sua velocidade de deslocamento base seja de 13m.
ARMADURA ERRANTE
Reptilianes recebem +4 de classe de armadura, sua pele é feita de couro rígido, mas seu deslocamento diminui em 3m em terrenos gélidos. Você ganha +5 em testes para resistir a venenos.
ARMA NATURAL
Reptilianes têm uma arma natural de cauda (dano 1d6, esmagamento). Ume reptiliane pode atacar com a cauda e armas na mesma rodada, mas sofre uma penalidade de –2 em todas as jogadas de ataque. Além disso, você pode gastar uma ação padrão para usar sua cauda como uma espécie de mola e pular até 2m de altura sem receber dano por queda, tendo também +6 em testes de escalagem.
QUATRO BRAÇOS
Autodescritivo. Você tem quatro braços. Isso não te da mais ações, apenas te permite carregar mais coisas.

Geeny
Habilidades de Raça
+4 carisma, +2 agilidade, -2 força
Você é um filho da magia, e tem clara aptidão para isso. Além disso, é muito sociável e se esgueira por qualquer conversa, sendo assim, brigar não é o seu forte. AH! Geenies não gostam de muita roupa, pouca roupa facilita o vôo.
MARCA ARCANA
Você tem uma espécie de símbolo arcano em alguma parte de seu corpo, indicando sua origem mágica.
FILHO DA MAGIA
Pode lançar a magia Leque Cromático OU Transmutação Arcana por uma quantidade de vezes igual a 1+ metade arredondada para inferior do seu modificador de Carisma. Uma vez no dia feita essa escolha, só poderá ser modificada após dormir.
MEU HOBBIE? EU VÔO ÀS VEZES
Geenies podem lançar vôo por uma quantidade de vezes igual a 1+ seu modificador de agilidade por dia. Pousar ao chão te tira uma quantidade de vôo. Você está sempre sob o efeito do talento Queda Suave.
FAÇA-ME UM PEDIDO
Mesmo não pertencendo a uma classe conjuradora, Geenies podem lançar qualquer magia como se pertencesse a uma classe arcana, incluindo níveis: mas alguém precisa pedir. Caso já pertença à uma classe conjuradora, você não gasta EM para lançar essas magias, mas só pode lançar magias do nível de conjurador. Isso só pode ser feito duas vezes por dia, e o pedido pode ser negado.
ISSO É... MÁGICA?
Geenies sempre sabem quando um objeto ou lugar tem magia sem precisar de um teste para identificar magia, mas precisam lançar um teste de identifica magia para saber qual é a magia, tem +5 de bônus para realizar esse tipo de teste.

Sereia/tritão
Habilidades de Raça
+3 carisma, +3 agilidade
MESTRE DOS MARES
Você pode utilizar a magia Compreender Idiomas em qualquer criatura aquática com modificador de inteligência superior a 2, além disso, enxerga completamente em escuridão, incluindo camuflagem total por até 32M
ENCANTO
Você ganha um uso da magia seduzir em qualquer raça, gênero ou etnia, para resistir, e alve deve passar em um teste de CD15 (+ o modificador de carisma de conjuradore). Caso e alve falhe no teste, atenderá a qualquer pedido cortês, lascivo ou carnal de conjuradore por duas horas. Uso ilimitado por dia, mas uma vez utilizado em alguém e alve estará imune ao encanto por até acordar novamente.
OSCILAR
Seus ancestrais passavam a vida lutando nas águas, então, fora delas, seus ataques têm mais poder e pressão. Pode nadar com deslocamento de 14m e envenenar suas garras para usá-las como ataque natural numa quantidade de vezes por dia igual a 1+ o seu modificador de constituição.
LUTA LIVRE
Quanto mais aquodinâmicas as armas, melhores. Recebe +2 de dano e em
rolagens de dano com azagaias, lanças e tridentes, além disso, para você essas são consideradas armas intuitivas.

REPROBI
Habilidades de Raça
Superegóicos: +3 perspicácia, +3 agilidade
Idéicos: +3 carisma, +3 agilidade
Antes do nível 3: +2 agilidade, +2 agilidade, +2 carisma
Reprobi são filhos de divindades com humanos, o que não significa que sigam o que a sua divindade prega. Muitos, inclusive, são filhos revoltados por serem negados aos céus e ao inferno.
CANALIZAR DIVINDADE
Caso seja um Reprobi Superegóico, canaliza energia moral, caso seja um Reprobi Idéico, canaliza energia imoral. Tal energia cura criaturas de mesma energia em 1d10 e fere criaturas de energia diferente em 1d10. Isso gasta uma ação de toque completa e você pode se curar.
HERANÇA DIVINA
Chegando ao nível 3, você escolhe que lado seguir, egóico ou superegóico. Sua tendência não pode estar a mais que 3 alinhamentos de distância do lado escolhido, idéicos recebem asas etéreas brilhantes, superegóicos recebem asas etéreas negras. Você voa com o triplo de deslocamento de movimento em terra. Você pode negar seu lado divino e manter seus atributos normais, mas sem receber asas.
AERODINÂMICO.
Maças-estrela são armas intuitivas para você, recebe +3 em dano e testes para utilizar armas de arremesso, arco-e-flecha e/ou maças-estrela. Além disso, por precisar constantemente de oxigênio para se manter voando, seu pulmão é maior que o normal, ganhando +4 em testes para resistir a sufocamento e afogamento.

Você recebe o talento Poder Concedido duas vezes, mas uma divindade deve ser adotada como sua padroeira.

ALLIGATOR
Habilidades de Raça
+4 agilidade, +2 força, -2 carisma
FEROZ
Recebe +5 em testes de intimidação e enganação, ninguém sabe o que esperar de ume Alligator. Além disso, pode fabricar lanças achando os componentes em 1d4 horas pra cada 10 lanças.
CASA É TODO LUGAR
Você não recebe penalidade por andar ou lutar em terreno difícil – o que não significa que você não sinta penalidade por ser exposte a frio ou calor contínuos, e tem +3 em testes de acrobacia e atletismo. Não pode entrar em combustão ou chamas, sua pele é como couro ou folha verde.
ATAQUE NATURAL
Reptilianes têm uma arma natural de cauda/garras (dano 1d6, esmagamento/perfurante). Ume reptiliane pode atacar com a cauda e armas na mesma rodada, mas sofre uma penalidade de –2 em todas as jogadas de ataque. Além disso, você pode gastar uma ação padrão para usar sua cauda como uma espécie de mola e pular até 2m de altura sem receber dano por queda, tendo também +6 em testes de escalagem.
DURO NA QUEDA
Reptilianes recebem +4 de classe de armadura, sua pele é feita de couro rígido, mas seu deslocamento diminui em 3m em terrenos gélidos. Você ganha +5 em testes para resistir a venenos.

https://www.reddit.com/Pluralyiah_RPG/collection/87c70ef3-79e0-44db-b7b3-21c877255b0b
submitted by d_sandstrom to Pluralyiah_RPG [link] [comments]

Historias de un Kiosco 24 Hs

Me llamo Francisco, tengo 30 años y vivo en pueblo perdido en la concha del pato. Si agarraras un mapa de la Argentina y te pusieras a querer ubicar este lugar olvidado por la gracia de la Pacha Mama, supongo nos encontrarías en algún lugar entre Chaco, Santa Fe y Santiago del Estero y perdona que no sea preciso pero de verdad tampoco estoy muy seguro de que estemos en algún mapa... Digo, geográficamente estamos ubicados dentro de la Argentina, solo que no existe un sólo punto de referencia que nos marque ni en un GPS, así que sí. Estamos perdidos.
El pueblo está "meh", gente cálida de caras aburridas y monótonas durante la mayor parte del día, casi descoloridas, preocupadas de la manera de sobrellevar otro día de existencia en éste más que modesto pueblo en el que de por sí cuesta ocupar el tiempo. No tenemos ni un cine, el único escenario es el de la plaza principal que sólo se usa durante los actos escolares y el resto del año sirve de depósito de artículos varios de procedencia dudosa, así que entenderán que aparte de laburar y chusmear no existe otro medio de entretenimiento. Ya es un milagro contar con TV por cable, ni hablar internet aunque la velocidad deje mucho que desear. No nos faltan viejas lechuzonas, por ende, o criollos que se sienten a matear en las veredas un miércoles cualquiera a la vera de un sol que mata sólo para tratar de pescar a ojo crudo e indiscreto el ultimo pedazo de información sobre un vecino, ya saben. Pueblo chico, infierno grande. Los únicos momentos en los que el pueblo parece cobrar cierto tipo de vida fuera del estado vegetativo al que llamamos cotidianidad es cuando llegan las camionetas blancas con el cóndor pintado en azul como de logotipo o escudo, es entonces y sólo entonces cuando la atención de la población entera se centra en ése acontecimiento que se da cada tantos meses y sin previo aviso. Nadie sabe de dónde ni para qué, pero llegan, recorren el pueblo sin detener marcha y a baja velocidad como si estudiaran detalles, y se van sin que siquiera haya bajado un solo pasajero... No voy a mentirles, pasan cosas raras en éste pueblo y a lo largo de los años me convencí de que tiene que ver con la procesión de chatas, de alguna forma. Les hablaré un poco más de mi pueblo luego ya que no es la razón original que tengo para comenzar a contarles estas cosas.
Verán, trabajo en un kiosquito de esos 24 Hs durante la noche. Mi turno es fijo, de 00:00 a 08:00, en lo que considero lo más aburrido de este lugar podrido excepto cuanto me cae clientela porque, verán otra vez, mis clientes no son nada normales u ordinarios... Mis clientes son de índole paranormal. Déjenme decirles que no fumo, no tomo ni me drogo excepto por esa vez que Gaspar el Lobizón me metió yuyitos en el mate y quedé mirando de colores, pero eso fue sin querer... En fin, algún día llegaré a Gaspar, por ahora me interesa más contarles qué fue lo que me llevó a comenzar ésto.
Era una noche más de esas al pedo, yo me debatía entre la depresión, la taza de café recalentado que me hacía cagar pero necesitaba igual para sobrellevar la jornada y ya estaba resignado a morir la noche en el depósito, dormir hasta un rato antes de entregar el puesto al de la mañana. La noche había estado muy quieta y silenciosa para mi gusto y hacían más o menos dos semanas que nada ocurría así que mi moral estaba por el suelo, esperando el día de cobro para levantarla. Dejé la taza de café a medio terminar sobre el mostrador, giré en la silla y me levanté para ir a armarme una cama con las bolsas de gomitas de marca conocida a la que no pienso hacerles publicidad porque no me van a garpar pero que ya todos conocemos, cuando sonó la puerta al abrirse. Contento ante el prospecto de tener a alguien o algo a lo que dirigirle la palabra, me puse recto y derecho y de manera automática y con todo el tono de desesperación en la voz dije - ¡Buenas noches! ¿Como va? Señor, señora u otro...- sin embargo y para mi sorpresa, la puerta permanecía abierta y sin la presencia de nadie. Habría culpado al viento pero como dije antes, la noche estaba quieta, se me dio por salir corriendo al depósito para ver que Berto, el pericote, no se hubiese vuelto a colar. Juro que no es un pericote normal, tiene el tamaño de un perro mediano y la inteligencia de McGuyver y la fuerza concentrada de un bruto, una vez lo vi robar la caja de herramientas de un camión para ir a tratar de romper el candado que había puesto en la puerta del depósito para evitar de que entre y se coma los sobresitos de jugo, es adicto a los sobres de jugo, y desistir del intento cuando no encontró la herramienta adecuada para poder cumplir su cometido y retirarse frustrado puteando en guaraní... Ésa es otra cosa que hace, habla en guaraní... Volviendo al tema, corrí al deposito a ver que no estuviera Berto cuando una voz me detuvo
- No hay nadie ahí... - y me detuve, volviendo la mirada hacia atrás para encontrar a quién o qué fuese, pero de nuevo no había nadie.
- ¿Hola? - dije y me contestó de inmediato
- Hola Francisco. Necesito que me escuches ahora... -
- Dale, pero podrías dar la cara para hacerlo menos incómodo. Digo, no te ofendas, pero si ya me estás hablando es medio al pedo que te hagas el misterioso. - no lo decía de ortiva, es que eran las cuatro de la mañana y la verdad no tenía ganas de quedarme con intrigas y no ver una cara me jodía un poco. Así de solitario es.
- No vas a verme porque solamente soy una voz etérea, al menos ahí en dónde vos estás. No puedo abundar en detalles, Francisco, necesito que me escuches antes de que se corte la señal... -
- ¿Señal? - pregunté
- ¡Concentrarte! ¡Es de vital importancia! Esos detalles no importan ahora. Escuchame... - dijo la voz un poco molesta, - ... a las 04:30 va a venir una criatura conocida como Ivunche... -
- ¿Pero el Ivunche no es típico de la Patagonia? - interrumpí a la voz que insistía con hacerse la misteriosa desde algún lugar indefinido del mundo.
- Tenés el deficit de atención de ladrillo, flaco... ¿Me vas a escuchar? - preguntó,
- Bueno, sí. Dale... -
- Como te decía, a las 4:30 va a llegar un Ivunche. La criatura normalmente se considera peligrosa pero ésta en particular no lo es, tampoco es precisamente amigable, pero si sos cuidadoso te vas a poder acercártelo lo suficiente como para... -
- ¡Pará, pará, pará! No sos mi patrón así que no me des órdenes, menos si ponen en peligro mi integridad física. -
- ¡Ah! ¡Escuchame pelotudo! ¡Necesito que dejes de interrumpirme y me dejes terminar de explicarte! ¿Es mucho pedir? - dijo la ruda voz. A ésta altura supongo se preguntarán por qué nada de ésto me resultaba extraño, raro o me preocupaba, vuelvan a ver, ya me acostumbré a que sucedan cosas que por ahí no tienen explicación lógica y, honestamente, me chupaba un poco un huevo. ¿Una voz que me conoce y me habla con insolencia? no es la gran cosa.
- No, perdona. Ahora sí te escucho... -
*tut tut* - ¡Se me corta la señal ahora! No hay tiempo. Mirá, cuando llegue el Ivunche vas a tener que acercarte y arrancarle unos pelos de la cabeza. Te voy a volver a llamara cuand... - *tutututututututututu* y así como así la comunicación se cortó.
Al menos sabía lo que tenía que hacer, aunque no sabía el motivo, era suficiente. Me puse a googlear imágenes del Ivunche para reconocerlo al verlo, feo el hijo de puta. Para los que no saben, el ivunche es un humano deforme que camina en tres piernas, con la cabeza torcida hacia atrás, lengua bifurcada y cubierto de pelo, iba a ser fácil de reconocer con ésas características además de el hecho de que anda desnudo. A la hora indicada me preparé mental y físicamente para la confrontación con el ser que todavía no había llegado, odio que sean impuntuales, repasando escenas de Police Story de Jackie Chan en caso que necesitara defenderme e improvisé un arma con el palo del escurridor porque, ¿por qué no? Para las cinco de la mañana ya estaba aburrido y retomé la idea de irme a dormir al depósito cuando la puerta se abrió y allí mismo estaba, para mi sorpresa, desnudo y caminando en tres piernas, con el cuerpo cubierto de bello y erguido, sin la cabeza torcida y estaba... ¿Más bueno que comer pollo con la mano?
No es que sea gay ni nada, pero de verdad estaba que se partía... hasta tenía barba y todo. Había algo familiar en él pero no podía establecer qué. Entró caminando normal o lo que puede decirse normal con esa tercer pierna en medio de las otras dos, rengueando un poco porque la arrastraba, casual hasta una de las heladeras y agarró una botella de agua mineral, lo que resultaba lógico porque ese cuerpo tallado a mano seguramente no conocía lo que era una cerveza. Se podía rallar queso en esos abdominales, de nuevo, no soy gay pero ¡Papito, si fuera mujer, pegame y decime imbuncha! Después de agarrar el agua se dirigió a la caja donde yo ya lo estaba esperando.
- Hola. - dijo con la voz más varonil y masculina que escuché en mi vida, así que para disimular mi complejo de beta trate de engrosar mi voz y dije
- Hola. - Con voz de pito. El bicho levantó la pierna izquierda y quedó apoyado con las otras dos.
- ¿Como te va? Cobrame, por favor, que estoy algo apurado. -
- Dame lo que quieras...-
- ¿Cómo? - me preguntó...
- No, nada. Que son $55... -
- Ah, bien. Flaco, en la que estamos ¿podrías indicarme para donde tengo que agarrar para salir a la ruta? - me preguntó y respondí
- ¿No sos de acá? Te me haces conocido de algún lado pero no sé de dónde... -
- No, no soy de acá pero es muy probable que me hayas visto alguna vez. Seguramente y como mínimo habrá visto una foto mía en internet. - me sorprendía que una criatura como el Ivunche supiera lo que era el internet y que me haya mirado fijo cuando dijo eso me hizo creer que tenía la habilidad de leer la mente. Me dio vergüenza porque seguramente ya sabía lo que había pensado antes de él y por la sonrisa hermosa que me dirigió me terminé de convencer de que lo era... En fin, como no respondí a eso se dio vuelta en dirección a la puerta. ¿Qué era que tenía que hacer yo? Algo era... ¡Ah, sí! ¡La voz! ¡Los pelos! Antes de que diera el primer paso estiré la mano y le agarré un mechón de pelo y tiré quizás con un poco más de la fuerza necesaria porque me quedé con un buen mechón con pedacitos de cuero cabelludo.
- ¿¡Qué hacés pelotudo!? ¡Te voy a cagara a trompadas! - Oh, ya sé por qué se me hacía familiar. El que me hubiese gritado enojado me remontó a las telenovelas del canal del número de la mala suerte.
- ¡Perdoname! ¡Fue un impulso! -
- ¡Qué impulso ni las peloas! ¿Qué te pasa a vos, pelotudo? - dijo,
- Es que nunca había visto a uno antes, uno de ustedes, famosos, y es lo primero que atiné a hacer por los nervios, perdón... - Resultó que el supuesto ivunche nunca apareció como se suponía y en su lugar apareció nada más y nada menos que al actor Luciano Castro. Me miró como para tumbarme de una piña pero creo se apiadó. En su lugar me dijo
- No podes ir por la vida tirándole el pelo a la gente, sos un inconsciente, flaco, casi te parto a trompadas. - Dijo el múltiples veces nominado y una vez ganador del Martín Fierro Luciano Castro y se dio vuelta otra vez y salió del kiosco a la oscuridad de la madrugada y lo perdí en la sobras después de verle el lomazo cuando cruzaba su desnudez bajo el farol de la luz.
Nada más sucedió esa noche, después de eso no pude dormirme como había querido antes y esperé a finalizar mi turno escuchando relatos de Alejandro Apo. Me preguntaba por la poco paciente y misteriosa voz, sobre el ivunche que nunca vino y sobre todo, me preguntaba si me iban a creer en el pueblo lo de Luciano Castro. Antes de entregar la caja al turno siguiente fui a controlar el depósito, donde Berto se las había ingeniado para entrar a lo Misión Imposible por el ventiluz que no tuve en cuenta, lo encontré en medio de los sobrecitos de jugo de naranja banana, con la nariz polvorienta y los ojos abiertos mirando al techo, al sentirme me miró y dijo con voz grave - Añamengui... - antes de incorporarse y salir caminando en dos patas de ahí. Dejé el chico del turno siguiente lo descubra por sí mismo y se ocupe, no tenía ganas de ocuparme yo.
Mi pueblo no es normal, por empezar ni siquiera figuramos en los mapas y cada tanto pasan cosas que desafían la lógica y la razón y durante mi turno en el kiosco más que en cualquier otro momento, voy a volver, si no me olvido o no me muero, con otras historias con suerte mejor contadas que ésta que salió de apuro. Bueno, hasta la próxima...

Fin.
submitted by Davidemagx to argentina [link] [comments]

Sons da Jornada

Ouvi um zumbido em meu ouvido. Não sei se era lá fora ou aqui dentro. Fui até a janela e fiquei alguns segundos com a orelha colada na grade tentando entender aquele som estranho. Não ouvi nada demais e o zum zum zum no pé da orelha passou deixando apenas o silêncio e o som do meu coração palpitante.
Voltei ao pc para escrever algo. Em frente ao novo bloco notas em branco a inspiração não vinha, mas sim apenas uma vontade de parar o mundo e descer. Tudo parecia um sonho ruim, eu sei já falei disso outras vezes mas vez em quando o real parece se dissolver na nossa frente. A realidade se dissolve em pixels mal-acabados com notícias populares trazidas pelo pássaro azul da discórdia.
Decidir-me meditar. Era uma das inúmeras recomendações que nos davam sobre o que fazer enquanto tivéssemos trancados. Peguei o fone de ouvido e coloquei um bineural qualquer no youtube que prometia me levar à algum estado alterado de consciência rapidamente.
Coloquei o fone intra auricular e aumentei o volume em 70 por cento. Uma música etérea junto com um ruído parecido com aquele do começo desse texto invadia minha mente. Agora eu sabia que era artificial, eu mesmo o escolhi mas algo dentro de mim sabia que o simulacro, mesmo em dose homeopática, guarda uma centelha divina dentro de si.
Algum tempo passou e meu corpo finalmente compreendeu que eu não coçaria nenhuma parte alguma dele por mais que ele colocasse neuroses e insetos invisíveis percorrendo minha pele nua. O meio da minha testa pulsava e como Babu no grande irmão, uma coroa feita com mil pétalas foi colocada sobre minha cabeça. Um salão enorme e vazio se abriu em minha frente. Não, minto. Era um deserto. Eu podia sentir o suor escorrer pela minha testa. Andei a procura de água pois tinha sede e quando já tinha perdido o senso de direção eis que um cavalo negro passa correndo por mim, certeiro em sua jornada como uma flecha, um dardo, um ponta de lança africano.
Segui o cavalo subindo pelas dunas nas quais ele tinha desaparecido e ao chegar no topo daquela montanha de areia avistei o bicho bebendo água na beira de um lago muito azul como os olhos que me inspiram e me confundem. Escorreguei pela areia rolando e me arranhando todo. Quando cheguei à beira daquele lago mergulhei meus dois pés naquela piscina natural, depois levei minhas mãos cheias de água à boca matando minha sede infinita, limpando minha garganta arranhada e aflita.
Enquanto me afogava na vida, senti que os olhos profundos daquele cavalo me olhavam atenciosamente como se me observasse. Mergulhei no escuro de seus olhos e o deserto ensolarado virou noite. Agora eu podia sentir o frio percorrer meu corpo sentado no quarto lá longe enquanto dentro de mim um céu estrelado se abria na imensidão infinita das possibilidades.
Uma estrela de oito pontas rasgou o horizonte no momento em aquele cavalo se transformou em uma velha índia. Ela tinha a pele escura calejada pelo sol do deserto e usava na cabeça uma bandana vermelha cheia de olhos brancos. Olhos de guaraná que me olhavam atentamente iguais ao do cavalo na beira do lago. Segurava em sua mão um bastão feito de arvore recém cortada.
Dentro de minha mente a velha perguntava meu nome. Eu me esforçava para lembrar mais não conseguia. Minha cabeça fritou como num sonho, meus olhos mexeram rapidamente até que percebi que isso não importava naquele lugar. O que importava era continuar minha jornada, apesar do medo e da noite escura dos próximos dias. Meu corpo tremia e a velha dizia "não desista, não desista". Ela me entregou aquele bastão de feita de árvore recém cortada enquanto o zumbido aumentava exponencialmente nos meus ouvidos. Aquele mesmo som que eu não sabia se era dentro ou fora. Aquele mesmo zum zum zum como ferro se batendo formando um si bemol no alto da minha cabeça. Peguei o bastão de madeira e a velha sumiu como por encanto. Olhei para meus pés mergulhados na duna que refletia a luz da lua e o reflexo que eu vi no espelho d'água era o da velha índia. Eu era a velha índia. O zumbido se tornou insuportável nos meus ouvidos. O celular desperta, eu recomeço minha jornada.
Medium
submitted by amornostemposdequa to rapidinhapoetica [link] [comments]

Todos los personajes y habilidades | VALORANT

Todos los personajes y habilidades | VALORANT
Cada uno de los personajes, apodado un 'agente' en Valorant, tiene cuatro habilidades, similares a League of Legends. Cada agente tiene una habilidad que se puede usar gratis en cada ronda, dos que deben comprar y una habilidad definitiva que se va cargando a medida que el jugador logra asesinatos (kills).

https://preview.redd.it/tvt6cl9ytkk41.jpg?width=1280&format=pjpg&auto=webp&s=4d309194c777edd71708091f227ec38108b57c5e

Aquí están los ocho agentes y sus habilidades:

Brimstone

Vistazo de Brimstone dentro del juego - versión Alpha (vía Riot Games)
El arsenal orbital de Brimstone asegura que su escuadrón siempre tenga la ventaja. Su capacidad para brindar utilidad de forma precisa y segura lo convierte en el comandante incomparable sobre el terreno.
  • Incindiario : lanza una granada incendiaria que despliega un campo de fuego dañino.
  • Stim Beacon : Apunta a una ubicación cercana para llamar a Stim Beacon, dando a todos los jugadores cercanos Rapidfire.
    • Signature Ability⁠— Sky Smoke : utiliza tu mapa para lanzar pantallas de humo de despliegue orbital que oscurecen la visión. Haz clic para establecer las ubicaciones y confirma para iniciar.
  • Ultimate ⁠— Orbital Strike : usa tu mapa para apuntar a una ubicación, lanzando un devastador ataque orbital con un gran daño durante varios segundos.

Cypher

Ilustración del personaje Cypher (vía Riot Games)
Cypher es una red de vigilancia de un solo hombre que controla todos los movimientos del enemigo. Ningún secreto está a salvo. Ninguna maniobra pasa desapercibida. Cypher siempre está mirando.
  • Cable trampa: coloca un cable trampa oculto entre dos paredes. Los enemigos son restringidos y revelados por un corto tiempo. Si la trampa no se destruye, se activa para aturdir a la víctima atrapada. Puede ser recogido.
  • Cyber ​​Cage : tira una trampa de activación remota. Reactiva para crear una jaula que ralentiza a los enemigos que la atraviesan. Mire una trampa y presiona usar para detonarla, o mantén presionado ACTIVATE para detonar todo.
  • Signature Ability ⁠— Spycam : coloca una cámara remota. Después de colocar, reactivar para ver el vídeo. Haz clic izquierdo mientras estás en la cámara para disparar un dardo de seguimiento. Se recarga cuando lo recoges o te eliminan.
  • Ultimate ⁠— Robo neuronal : Extrae información del cadáver de un enemigo, revelando la ubicación de sus aliados vivos.

Jett

Ilustración del personaje Jett (vía Riot Games)
El estilo de lucha ágil y evasivo de Jett le permite correr riesgos que nadie más puede. Ella recorre círculos alrededor de cada escaramuza, cortando a los enemigos antes de que siquiera sepan qué los golpeó.
  • Cloudburst : arroja una nube de niebla que oscurece la visión en el impacto.
  • Updraft : después de una breve carga, se impulsa hacia arriba.
  • Viento de cola : Corre inmediatamente una corta distancia en la dirección en que te mueves.
  • Ultimate ⁠— Blade Storm : Ármate con varios cuchillos de lanzamiento letales que infligen daño moderado y matan con disparos a la cabeza. Anotar una muerte restaura todas las dagas. El clic izquierdo arroja una sola daga. El clic derecho arroja todas las dagas restantes en una explosión de corto alcance.

Phoenix

Ilustración del personaje Phoenix (vía Riot Games)
Ilustración de las habilidades Phoenix (vía Riot Games)
El poder de la estrella de Phoenix brilla en su estilo de lucha, encendiendo el campo de batalla con destellos y centellas. Ya sea que tenga respaldo o no, se apresura a luchar en sus propios términos.
  • Hot Hands: Lanza una bola de fuego que explota después de un retraso o al impactar con el suelo. La zona de fuego daña a los enemigos y te cura.
  • Blaze: Echa un muro de llamas que bloquea la visión y daña a cualquiera que lo atraviese. Puede doblar la pared al lanzar girando mientras mantienes presionado el botón izquierdo.
  • Curveball : proyecta una bengala curva que estalla en una luz brillante después de un breve retraso, cegando temporalmente a todos los que la miran. El clic izquierdo lo curva a la izquierda, el clic derecho lo curva a la derecha.
  • Ultimate ⁠— Run it back: Marca tu ubicación actual. Si mueres durante la duración de esta habilidad, o cuando expira la duración de esta habilidad, renacerás en la ubicación marcada con vida completa.

Sage

Ilustración del personaje de Sage (vía Riot Games)
De todos los personajes de Valorant, ha sido la primera en filtrarse. Y ha sido comparada con Mercy de Overwatch. Sage crea seguridad para ella y su equipo donde quiera que vaya. Capaz de revivir a los amigos caídos y evitar asaltos contundentes, proporciona un centro tranquilo para un campo de batalla infernal.
  • Orbe lento: Lanza un orbe de radianita que se rompe en un campo de desaceleración al impactar con el suelo. Todos los atrapados en el campo se ralentizan, aterrizan y hacen ruido al moverse.
  • Orbe de barrera : Conjura una pared grande y sólida. Haz clic derecho para rotar el muro antes de lanzar.
  • Orbe de curación : Cura a un aliado o a ti mismo a la salud completa durante unos segundos.
  • Ultimate ⁠— Resurrection : Apunta a un cadáver amigo. Después de un breve retraso, revívelo con plena salud.

Omen

Omen caza en las sombras. Deja ciegos a los enemigos, se teletransporta a través del campo, luego deja que la paranoia se apodere mientras los enemigos se apresuran a descubrir dónde podría golpear a continuación.
  • Paranoia: envía una sombra etérea en línea recta, mirando de cerca a cualquiera que toque.
  • Shadow Walk : después de un breve retraso, desmaterialízate y teletranspórtate a corta distancia.
  • Cubierta oscura : Lanza una esfera etérea oculta que explota en una oscura esfera de sombra en su ubicación final. Se puede cargar para aumentar la distancia.
  • Ultimate ⁠— Desde las sombras : selecciona cualquier parte del mapa para teletransportarte y reformarte. Al llegar, aparece como una Sombra, que volverá a tu ubicación original si mueres. Una vez que se completa el teletransporte, conviértete en incorpóreo por un corto tiempo.

Viper

Ilustración del personaje de Viper (vía Riot Games)
Viper despliega una serie de dispositivos químicos venenosos para controlar el campo de batalla y paralizar la visión del enemigo. Si las toxinas no matan a su presa, sus juegos mentales seguramente lo harán.
  • Mordedura de serpiente: dispara un proyectil que explota en un charco de ácido dañino.
  • Nube Venenosa: Lanza un emisor de gas que puedes reactivar para crear una nube de humo venenoso a costa del combustible. El emisor puede recogerse y arrojarse nuevamente después de un breve enfriamiento.
  • Pantalla tóxica : despliega una larga línea de emisores de gas que puedes reactivar para crear una pared alta de gas tóxico a costa del combustible.
  • Ultimate⁠— Viper's Pit : Emite una nube tóxica masiva en un área grande que dura tanto tiempo como Viper permanece dentro de la nube. Los enemigos dentro de la nube están resaltados.

Sova

Ilustración del personaje de Sova (vía Riot Games)
Sova rastrea, encuentra y elimina enemigos con despiadada eficiencia y precisión. Su arco personalizado y sus increíbles habilidades de exploración aseguran que incluso si corres, no puedes esconderte. De los personajes de Valorant, parece el más devastador por sí solo. Aunque ya sabemos que es mucho mejor ir en equipo.
  • Descarga de choque: dispara una descarga explosiva que emite un pulso dañino de energía estática al impactar.
  • Owl Drone : despliega un dron pilotable que puede disparar un dardo que revelará a los enemigos golpeados.
  • Perno de reconocimiento: dispara un perno que despliega un emisor sonar. Los pings del sonar etiquetan a los enemigos cercanos, haciendo que se revelen. Puede ser destruido.
  • Ultimate ⁠— Hunter's Fury: dispara hasta tres explosiones de energía letales que atraviesan todo el mapa. Cada enemigo golpeado recibe un gran daño y está marcado.
submitted by VALORANT_Hispanic to ValorantES [link] [comments]

[A Viagem de Luhkien] - Capítulo 1

“Jovem Luhkien, contemple: o Vórtice!”
O tom usado por Mestre Eustahk havia sido tão pomposo e exagerado que chegava a soar um tanto cômico. Mesmo assim, seu Discípulo, Luhkien, tinha de admitir para si mesmo que o Vórtice era de fato uma visão impressionante, mais que merecedora de ser anunciada com tamanha grandiloquência.
Não que a imagem do Portal Celeste fosse desconhecida para o Noviço, é claro. Afinal, o Vórtice era perfeitamente visível lá de baixo, da superfície de Grendohr, com um tamanho e brilho aparentes similares aos de uma lua adicional.
O que, de certa forma, ele realmente era…
Para começo de conversa, o Vórtice descrevia uma órbita estável ao redor de Grendohr, completando uma volta a cada oitenta e quatro horas e trinta e um minutos. Além disso, a massa-energia do Portal Celeste (conforme “percebida” pelo espaço circundante) era equivalente à de um planeta anão com várias centenas de quilômetros de diâmetro.
Mesmo assim, da superfície de Grendohr - a dezenas de megâmetros de distância, e atrás de uma densa atmosfera - o Vórtice era visível apenas como uma distante elipse de luz azulada difusa.
A posição de então da nave porém estava em um extremo oposto em termos de visibilidade. A poucos minutos da captura pela Zona de Sucção, e com a limpidez que só o vácuo do espaço era capaz de proporcionar, a visão do Vórtice era… magnífica!
Um deslumbrante e gigantesco redemoinho de luz multi-colorida, já preenchendo grande parte do campo de visão de Luhkien.
De fato, pela primeira vez em sua curta vida, o Noviço era capaz de ver com os próprios olhos a estrutura delicada do disco do Portal Celeste. Em outras palavras, as miríades de espirais luminosas etéreas que o compunham, finas como fios de cabelo.
Elas não eram estáticas, como as de alguma galáxia distante. Em vez disso, elas fluíam de forma perceptível do centro para a borda… como era de se esperar de um redemoinho.
Esse movimento era de excruciante lentidão na periferia, como se as espirais fossem compostas de um exótico líquido luminoso extremamente viscoso, tentando desesperadamente escorrer em direção a um distante ralo central.
A velocidade no entanto aumentava rapidamente ao longo das voltas interiores… até por fim se transformar em um borrão circular indistinto de velocidade nas imediações do centro.
As cores também variavam ao longo do raio. Assim, a borda era de um violeta tão profundo e escuro que mal era distinguível do negro aveludado do próprio espaço.
Esse tom sombrio porém logo mudava para um azul-neon brilhante - o qual era, de fato, a fonte principal da coloração percebida da superfície de Grendohr. Daí se seguiam verdes e amarelos cítricos, laranjas vibrantes e, finalmente… um vermelho-sangue radiante, tão intenso que chegava a fazer os olhos de Luhkien doerem um pouco.
O Olho de Fogo!
submitted by DoktorOmni to BrasilFantastico [link] [comments]

Eu não estou me sentindo bem, então escrevi um texto.

Boiando em Um Copo de Desabafos
Sem um farol eu vagueio por tantos mares e me perco em tantas águas que nada consegue me tirar de uma rota fixa, onde o meu navio se fere na costa rochosa e a orla arrebenta o seu casco. O meu timão não se move, e, sendo sincero, eu não tento mover ele. Sinto o cheiro punitivo do sal no ar e penso comigo mesmo se cada consequência no presente foi bem merecida. Eu tento passar alguns momentos com um sorriso sincero, mas a tristeza me derrete tão profundamente que cada gesto gentil me estripa, cada ação benevolente me rasga de dentro para fora conforme eu luto contra um monstro tão invencível e violento que eu me pergunto como saio vivo após cada combate. E a minha alma já cometeu tantos suicídios que seus pulsos abrigam listas, episódios e cenários, já que cicatrizes não chegam nem perto de ilustrar a tristeza que os meus olhos carregam, deliberadamente amargurados, sem disfarçar o sentimento fúnebre que cada noite traz consigo. E eu romantizo o meu estado vergonhoso, ao invés de correr atrás da única luz que ainda sobra, conforme nada mais me faz levantar de dentro dos escombros do que, um dia, foi a minha vontade de continuar andando.
Marejado pelo estado contínuo de fraqueza, de vulnerabilidade, sentindo cada ponto fraco exposto, já que perdi a minha armadura muito tempo atrás, eu penso comigo mesmo sobre tanta coisa e pouca coisa o mesmo tempo, vítima do meu próprio cruel e nu relativismo. Eu remedio todos esses momentos com lâminas mais afiadas, sempre de prontidão para substituir a última ferramenta que ocasionava a minha natureza infantil e piedosa, vendo o descanso como uma coisa tão etérea e intocável que eu não lhe procuro nem por um único segundo. E tudo isso acontece ao mesmo tempo que me sinto valente por me ferir tanto em um oceano de descasos e impotência, já que tão poucos parecem passar pelo mesmo que eu, alvo da verdade que consegue moer a minha sanidade e a mentira que forra todas as minhas cicatrizes.
E chega a ser engraçado o quão tortuoso o silêncio consegue ficar. A falta do alguém que nem sempre pode estar ali é a gota d’água que transborda o meu copo de desabafos e me derruba no chão sujo, onde eu acredito que estive desde o começo, já que a minha mente em desespero criava um inferno no mínimo habitável, pois eu sempre soube que eu vivo no mais fundo reino. Mas nem mesmo o fato de que mergulho no poço mais escuro e inóspito dos meus achismos e ideais contraria a certeza de que eu já perdi essa luta mais de uma vez, o placar contando as perpétuas derrotas que eu tive contra mim mesmo. A vontade de me levantar agora é sustentada unicamente pelo meu instinto de continuar respirando e não por rostos, promessas ou sensações, uma motivação tão sutil e, ao mesmo tempo, feroz, já que ela se contrasta com o abismo vazio que eu criei.
Portanto, enquanto seco o veneno amargo desse corpo e assisto as minhas feridas voltarem ao normal, tão acostumadas com a vida indo de cima para baixo na pele do meu consciente, eu vejo que não existe alternativa. A falsa busca por um final feliz me acorrenta à uma parede feita de ácido e desapontamento, onde cada gota da solução corrói a breve parte sã que eu ainda tenho, escrava de um doentio cotidiano. Mas mesmo durante tanta luta e tanto desespero, eu crio mais e mais anjos da guarda, que falham sem pestanejar na missão de me trazer de volta à superfície. E eu afundo, sentindo o gosto horrível que me faz revirar os olhos e ter borboletas no estômago, isento de qualquer anseio, sendo que nada disso me segura no plano que eu mesmo criei, plano que castiga o seu criador, dia após dia. E a gênese disso tudo continua um mistério, já que eu não consigo encontrar a origem da bala que atravessa o meu peito, nem o monstro que puxa o gatilho da sua arma.
submitted by olhosjade to desabafos [link] [comments]

NOVEDADES SEMANA DEL 12 - 18 DE OCTUBRE

Aquí pondré los enlaces de lo que salió esta semana, disfruten!

Si conocen algo que haya salido hoy, favor de avisar!!
submitted by Huguirur to indiemx [link] [comments]

Gabriel (pt. 2, final)

Abrió los ojos. Estaba dentro del auto, mamá y papá se sostenían la mano en el medio de los asientos delanteros. Gabriel usaba el cinturón, sus padres no. Mamá lo vio despertar pir el espejo retrovisor y volteó para mirarlo, sonriendole.
El auto desaceleró, aroximándose a la entrada de la estación y al comenzar la retirada de la ruta a la banquina…
El golpe llegó desde atrás. El ruido a metal doblandose tras el impacto, los vidrios estallando, el auto girando sin control. Un trompo y un giro en el aire, papá golpeaba como un muñeco de trapo sobre el volante y el techo, mamá salió despedida por la ventanilla en el primer trompo, solo la vió pasar como una silueta borrosa por el costado. Sin gritar. Gabriel sintió el impacto del suelo y nuevamente el auto elevarse en un giro aéreo y en un instante de adrenalina gritó - ¡Ídräel! -
La misma explosión lo envío por el mismo infinito. Lo último que vio antes de gritar fue el asiento del conductor vacío.
Despertó del trance con el ángel aún tocándole el pecho. - Perdón, Gabriel. - Dijo con gentileza. - Está bien… - le respondió. No sentía miedo aquí, no había tristeza o dolor. Sólo tenía una pregunta.
Gabriel sólo pudo sentir paz. Tocó el rostro del ángel frente a él y dijo
Ídräel tocó su pecho nuevamente y la luz estalló frente a sus ojos.
Fin.
Críticas y correcciones bien recibidas. Gracias desde ya. Saludos.
submitted by Davidemagx to TextoSentido [link] [comments]

A Espada na Pedra

Depois de um ano vivendo isolado, Arthur tinha certeza que não seria reconhecido pela família em uma ceia de Natal. Não que ele planejasse ir à uma. A cabeça constantemente raspada e a barba cada vez mais longa não são marcas visuais facilmente associadas à sua imagem de antes. Apenas os característicos óculos de armação grossa permanecem.
Seu “auto-exílio” naquelas florestas montanhosas, ou montanhas “florestosas”, era uma conveniência que foi, a cada dia, se tornando mais e mais uma necessidade.
Arthur não queria interagir com ninguém. Arthur não queria a companhia de ninguém. Um paradoxo, pois odiava ficar sozinho. Mas a constante ansiedade e o medo de decepcionar as pessoas próximas dele o fizeram tomar essa corajosa decisão. Arthur não queria criar expectativas sobre nada e não queria que criassem expectativas sobre ele. A antiga vida era frustrante.
Em um certo fim de tarde, enquanto caminhava para espairecer e cantarolava o grande hit Pump It, do Black Eyed Peas, Arthur se desviou do caminho e decidiu explorar. Pois, como já estabelecemos, ele é ousado.
Ele sempre andava com um caderno à mão. Gostava de catalogar os insetos e plantas que via pelo mato. Além de um deleite, ele precisava ter esse trabalho como rotina, para sua sobrevivência. A maior parte da sua alimentação vinha de coleta de frutas, folhas, fungi e etc. À vezes um inseto ou outro, já que Arthur não gostava de caçar. E também, ele não estava mais em seu auge físico.
Foi após alguns minutos floresta adentro que ele a encontrou. Um elemento “alienígena”, algo que nunca tinha visto antes, ou assim achava. Algo que parecia completamente novo e familiar ao mesmo tempo. Como uma memória de uma vida passada.
Uma pedra.
Uma pedra repleta de símbolos. Linhas, retas horizontais, verticais e diagonais, intercaladas por triângulos e círculos como em uma rede.
E uma espada.
Uma espada encravada na pedra.
Isso atiçou a curiosidade dele como nada havia antes. Arthur se considerava um “detetive natural”. Ele, basicamente, adorava resolver problemas, puzzles e complicações e sempre se considerou bom nisso. Encontrar uma forma de desemaranhar qualquer emaranhado era, de alguma forma, terapêutico para ele. E, essa altura, sabemos que ele precisa de terapia.
Os símbolos eram completamente desconhecidos para ele. Todo o conhecimento enciclopédico que ele acumulou nesse tempo vivendo no isolamento não serviu de nada. Mas isso não era possível. Pelo menos em algum de seus livros deveria haver alguma menção sequer àqueles símbolos. Ou então Arthur havia acabado de encontrar sinais de vida extraterrestre.
Imediatamente ele começou a reproduzir em seu caderno aquela rede de formas geométricas. Ele tinha certeza de que aquilo tinha significado. Não passou pela cabeça dele que a pedra e a espada haviam sido colocadas lá da noite para o dia. As marcas não pareciam recentes e nem feitas por mão humana, mas a última não era tão possível. Talvez uma civilização esquecida? Mas nada disso explica como o rapaz nunca havia percebido a presença da pedra lá.
Ao terminar os desenhos, anotações e esquemas necessários para uma pesquisa bibliográfica extensa, Arthur foi correndo de volta à sua cabana. Estranhamente, mesmo em movimento, ele não conseguia dar as costas ao seu mais novo mistério por muito tempo. Alguns passos, olhava para trás, mais uns passos, olhava para trás novamente. É como se ele não quisesse a perder de vista. Talvez temia por tudo ser uma alucinação e, no exato momento que a tirasse os olhos, tudo desaparecesse.
Em nenhum dos seus livros de mitologia Arthur encontrou uma mínima semelhança na disposição, manufatura e composição dos símbolos. Total perda de tempo. Não encontrou nem ao menos semelhanças com a espada encravada. Não era possível que ele seria obrigado à ir à cidade para usar a internet…
Ele reluta, mas toma a decisão. Quando acabava de sair pela porta da cabana, com o casaco ainda em mãos e um boné na cabeça, um barulho forte e impactante, parecido com um vento forte passando por um bambuzal, mas de alguma forma amplificado, vinha das profundezas da floresta. Onde a espada na pedra estava.
Ele corre, em sua maior velocidade possível, em direção a onde acha que o epicentro é. Uma convicção incerta. O epicentro pode e não pode ser lá. Mas tudo isso pode ser uma alucinação, afinal.
Sua audição não é mais como era antes. Sua agilidade e força não são mais como eram antes. Ele não estava mais em seu auge físico. Arthur se sente fraco. Impotente. Mas também pudera, ele não é mesmo quem era antes.
Sabe quando temos a impressão de que alguém está chamando nosso nome, mas, na verdade, não há nada? Então. Foi assim que Arthur se sentiu quando chegou ao local.
Nada.
Só o silêncio.
A espada e a pedra ainda estavam lá. Isso era um alívio para ele, mas ainda o deixou desconfiado.
– Não me diga que essa é a única maneira de chamar sua atenção? – Perguntou a espada.
Sim, a espada.
Perplexo ou atônito não são palavras fortes o suficiente para descrever como Arthur estava naquele momento.
– Que porra é essa?
A espada falava. Mas como? Por que? E mais importante, como?
Nenhuma dessas questões passou pela mente de Arthur. Ele realmente não sabia o que pensar. A espada não tinha boca, mas falava. O som não saía dela, mas saía dela. Por algum motivo aquela voz, que não era mecânica, robótica, orgânica, natural, etérea ou espacial, parecia transmitir verdade. Não só parecia real. Era.
– Vamos com calma, ok? Eu te chamei aqui porque quero te ouvir. Então… O que você tem a dizer?
Arthur fica em silêncio.
– Nada? Sério? Um ano. Todo esse tempo sozinho aqui e você, realmente, não tem nada pra falar? – Espera, como você sabe disso? – Eu ainda não sabia.
Se a espada tivesse um rosto estaria esboçando um sorriso agora.
– Ok, o que você quer saber? – Um pouco de tudo. Me fale sobre a sua vida, me fale sobre você… Me fale como você se sente.
Arthur não responde. Ele sabe como se sente, só não quer ter que falar sobre isso. Ele acha que externalizar isso só pioraria a situação.
Arthur se sente solitário.
Mas não era isso que ele queria?
Não é por isso que ele deixou a sociedade?
Ele talvez tenha se arrependido, mas era tarde demais para voltar atrás.
Arthur se sentia sem esperanças.
– Ok, Arthur, eu sei como você se sente. Não precisa se forçar a falar se não estiver confortável. – Não é isso, é que… – Você não consegue nem se lembrar, não é? – Me lembrar do que? – De tudo. Do que existia antes da cabana. O porquê de você estar aqui e o porquê de você estar sozinho.
Arthur se esforçou. Ele pensava que se lembrava, mas não. Ele sabia que estava lá, mas não se lembrava do motivo. Arthur olhou ao redor e o céu não estava mais lá. Não da mesma forma. Estrelas cobriam aquele longo lençol negro. Arthur, a pedra e a espada flutuavam em uma ilha . O único espaço físico fixo nas proximidades era onde eles se encontravam. O resto era vazio.
– Você não se lembra de mim, não é, Arthur?
Você ainda está ciente de que ele está conversando com uma espada, não é?
Ainda em silêncio ele a olha.
Não, ele não se lembrava da espada. Arthur se vira e encara o vazio. Em algum momento, talvez, tenha passado pela sua cabeça a possibilidade de se jogar dali. O medo de altura que ele sentia não era de, eventualmente cair, mas sim de querer pular. Porém não havia nenhuma garantia do que aconteceria depois. Se seria o final ou não, ou se aquilo tudo era uma ilusão.
Mas parecia real.
E isso era o suficiente pra ele.
– Você não está aqui para ouvir. Então me conte, sem enrolar, o que você quer?
A espada não disse mais nada. Arthur piscou e estavam de volta à floresta. Ele se aproximou da pedra…
Como, até agora, ele não havia pensado em tirar a espada de lá?
A princípio ele precisou de força, mas ao puxar a espada Arthur se lembrou. A voz agora estava em sua mente.
“Após a morte da Safira você se sentiu culpado. Por tudo. Sua equipe se desmantelou e agora seu mundo precisa de você novamente. Uma ameaça maior do que tudo já visto se aproxima.
Você precisa se lembrar.
Você é merecedor. Você é um dos sete. Você é alguém com um poder inimaginável. Você é um dos maiores heróis da terra. Você é O Cavaleiro.”
Da empunhadura da Excalibur saía uma luz. Ela cobria a pele negra de Arthur e, aos poucos, se materializava como uma armadura brilhante. A armadura tinha traços medievais e mitológicos, mas, ao mesmo tempo, parecia ter saído de contos de ficção científica. Como se uma civilização ainda desconhecida tivesse a forjado. Os símbolos que estavam na pedra foram transferidos pela luz, como uma corrente, até a armadura. Seu elmo continha asas de, pelo menos, um palmo nas laterais e a longa capa azul ia quase até o chão. Por fim, uma máscara, do mesmo metal brilhante, cobria a parte superior de seu rosto.
O Cavaleiro se lembra.
Agora ele precisa encontrar os outros seis.
Os Salvadores irão retornar.
submitted by mgramigna4L to EscritoresBrasil [link] [comments]

No meu tempo

O tempo. Eterno tema para músicas, para poemas, para crônicas. Refiro-me ao tempo cronológico, não ao tempo climático, assunto imprescindível para puxar conversa quando não se tem o que falar. Será que vai chover? Não sei, muito menos sei se vai chover na minha horta. Olha o tempo aí. Chover na horta é ditado antigo, alguns diriam: “esta é do meu tempo”.
Está aí uma expressão que tem me gerado um certo desconforto nos últimos tempos. Sou atingido por um sentimento não muito louvável quando ouço alguém falar que “no meu tempo, era isso, era aquilo... no meu tempo se fazia assim, não se fazia assado...”. Não é por eu já ter atravessado o cabo da boa esperança que a repetida frase me incomoda. Quando ouço o fatídico “no meu tempo”, prontamente retruco: – o meu tempo é agora, afinal, o que sou, senão as minhas ações e atitudes de agora?
Igual a um rio que nunca se repete, acredito sermos um leito por onde passam nossos dias, por onde deságuam nossas decisões, nossas atitudes e nossas ações. Apesar de não gostar muito, desta expressão “no meu tempo”, confesso que tenho que me policiar para não a repetir e trair meus atuais conceitos. Afinal, neste meu velho leito tem passado muita história por debaixo da ponte, passagem etérea entre o que sou e o que eu penso ser. Despejo nas margens deste rio as desilusões da vida, os erros da juventude e até mesmo os desacertos de agora, já maduro. Se olhar para trás, também verei nestas margens pretéritas uma pilha de decepções misturadas a um monte de planos não realizados. Felizmente sempre existe um salva vidas nestas águas que, por vezes, tornam-se turvas.
Este tempo que não perdoa e solapa nossos dias é um constante companheiro para toda a vida e para além dela. Por essa razão, me esforço para fazer deste velho conhecido, meu amigo, meu companheiro e confidente. Já que não posso me desvencilhar desta cruz, a carrego da melhor maneira possível. O que, talvez eu não consiga ou tenha que me esforçar sobremaneira para resistir, é à tentação de fazer um discurso, a cada vez que ouço “no meu tempo”, para explicar que o meu tempo é agora.
Por ora, fico satisfeito por compartilhar com os leitores este breve desabafo de um chato que pensa ser diferente, mas que no fundo é igual a todo mundo. No meu tempo, não existia tanto chato nas mídias sociais como hoje em dia. Na verdade, no meu tempo nem mídias sociais existiam.
submitted by PauloFlorindo to EscritoresBrasil [link] [comments]

Recuerdo

Recuerdo aquellos rincones oscuros, los miedos y fantasmas de la juventud, las sombras en el techo de madera, y los que se fueron sin decir adiós. Eran momentos irreales, entrelazados con otras etéreas sensaciones que insistían que la vida tenía su valor. Momentos intensos, que esculpieron parte de mi ser, ahora no se que siento, en los afanes de la vida nunca aprendí a catalogar mis sentimientos, solo se que algunas cosas se van tan rápido como llegan, y que algunos monstruos tienen una increíble capacidad de perdurar en el tiempo.
https://dondevivenmispensamientos.tumblr.com/post/111622661214/recuerdo-aquellos-rincones-oscuros-los-miedos-y
submitted by escobar5 to escritura [link] [comments]

Não sou 8 nem 80

Não sei vocês, mas tenho a frequente sensação de que as pessoas simplesmente não conseguem alcançar algum equilíbrio sozinhas. Ou as pessoas à minha volta são religiosas e se preocupam demais com pequenas coisas, ou elas não têm religião e não dão o valor que deveriam dar às coisas.
Me sinto sempre num limbo, onde raramente consigo achar alguém semelhante. Alguém que, como eu, simplesmente queira viver sua vida da melhor forma possível. E isso não significa sentir todas as emoções e viver todas as experiências, mas também está longe de não aceitar sua humanidade por causa de uma entidade etérea.
Só queria conseguir dar meu melhor por essa oportunidade de estar vivendo aqui, pois ao mesmo tempo que a vida é admirável e feliz, é também dolorosa e efêmera.
submitted by lionjackie to desabafos [link] [comments]

La asunción a los cielos de su majestad la reina doña Letizia

El Palacio de la Zarzuela es un recinto que ordenó construir en 1627 el rey Felipe IV a modo de pabellón de caza en el marco incomparable y bucólico del monte del Pardo. Esta es la residencia oficial de los reyes eméritos don Juan Carlos y doña Sofía (que por culpa de las desavenencias del monarca ya no comparten el lecho matrimonial) y su hermana Irene -las infantas lo han abandonado al casarse con prestigiosos varones ejemplo de honorabilidad y honradez - Por lo tanto el reino de España tiene cuatro soberanos que cobran sus respectivos emolumentos, viáticos y gastos de representación a cuenta de los presupuestos generales del estado. Vaya suerte que tienen sus súbditos. La monarquía es la mejor inversión que incluso comprándola con el sistema republicano sale hasta barata.
Mientras, la familia real reside en el Pabellón del Príncipe que es un palacio al estilo renacentista de 3.000 metros cuadrados (1.771 metros cuadrados útiles) construido por el Patrimonio Nacional con un costo de 4.300.000 euros. Un verdadero castillo medieval con foso y murallas vigilado celosamente por la Guardia Real. En la fachada ondea altiva la bandera rojigualda como símbolo imperecedero de la unidad de España.
En el año 2002 el presidente de gobierno José María Aznar se la ofreció a modo de regalo al entonces Príncipe de Asturias don Felipe de Borbón (con vistas a su futuro noviazgo) El pabellón del Príncipe se encuentra en una zona aledaña a la Zarzuela rodeado de jardines de ensueño y 14.000 hectáreas de un hermoso bosque Mediterráneo donde retozan, ciervos, gamos y jabalíes. En apariencia de propiedad pública pero “afecto” al servicio y uso de su majestad el rey y de los miembros de la familia real”.
El rey recibe una cantidad global de casi 8.000.000 millones de euros de los presupuestos generales del estado destinada el sostenimiento de la familia real y que él distribuye a su libre albedrío. No olvidemos que la monarquía es inviolable y está blindada por los partidos mayoritarios PP. PSOE y Ciudadanos. Patrimonio Nacional o la Guardia Real cuentan con un presupuesto de 150 millones de euros anuales y casi 3.000 trabajadores - Teóricamente dependientes del gobierno central, pero en la práctica al servicio de la Casa Real.
En el Pabellón del Príncipe igualmente se hallan las oficinas de la Casa del Rey, el Cuarto Militar -dirigido por el almirante Juan Ruiz Casas- el jefe de protocolo y una sección donde se alojan los siervos, pajes, criadas, doncellas, camareros, amas, mucamas, mayordomos, institutrices, preceptores, ayos y palafreneros. Aparte de los miembros de los cuerpos de seguridad del estado, escoltas y edecanes. Como a doña Letizia el estamento castrense le produce cierta repulsa ha prohibido el toque de corneta, la izada y arriada de bandera y el homenaje a los caídos. Pero esto no es óbice para que la capitana general de los ejércitos luciendo sus mejores galas con peineta y mantilla amadrine los navíos de guerra, carros de combate, aviones bombarderos o participe en la jura de bandera de los agentes de la Guardia Civil.
Quizás el recinto más importante del palacio de la Zarzuela sea la cocina real donde los fogones permanecen encendidos las veinticuatro horas del día. Y esto se debe a que en cualquier momento sus altezas reales exigen los más extravagantes caprichitos gastronómicos. El responsable del mismo es José Roca, cocinero mayor del reino, y experto en complacer los paladares más exquisitos. (tanto de la familia real como los invitados VIP)
Los proveedores oficiales de la Zarzuela se esmeran en aportar los productos de primerísima calidad, biológicos y con denominación de origen certificado: el mejor pollo de corral, la selecta carne vacuno o de porcino, sobre todo, el solomillo del grupo Norteños, sin pasar por alto el cordero o cochinillo de Segovia, la pechuguita de pavo, el jamoncito serrano o de jabugo, y el pescado como es habitual de Pescaderías Coruñesas, el caviar, las angulas, los centollos, los percebes, las langostas, las parrochas, el salmón del Sella, sin olvidar las verduras y hortalizas frescas y una extensa variedad de postres: frutas tropicales, la tarta de Santiago, los casadielles, las yemas de Ávila, la crema catalana, el pastel cordobés, las ensaimadas de baleares o el arroz con leche. Entre tanto en la bodega reposan vinos incunables tanto de España como del mundo entero lo mismo que una extensa variedad de brandys, vodkas, cavas y champagne.
No sabemos lo que pensarán los obreros o los trabajadores que se levantan a las 6 de la mañana a cumplir con su dura jornada diaria ¿Tal vez se le dibujará en su rostro una sonrisa al saber que parte de sus impuestos se dedican a mantener la familia Real y a su extensa prole? Eso sin hablar del tiempo de ocio que ocupan principalmente en saraos, los fiestonones, banquetes, duelos gastronómicos, cacerías, monterías, corridas de toros, regatas o cruceros de placer.
A través de una pantalla de televisión y gracias a la magia de las ondas hertzianas la presentadora del telediario de la segunda cadena Letizia Ortiz logró cautivar al príncipe Felipe (un coloso de 1.90 de estatura dotado de una inteligencia superior) que cayó presa de un súbito encantamiento virtual. Un cuento de hadas solo comparable al romance de Romeo y Julieta.
El soberano o soberana (porque ya se ha abolido la ley Sálica) de las Españas se elige “democráticamente” en el lecho nupcial. Esto significa que si alguno de los espermatozoides del soberano fecunda con éxito el santísimo óvulo de su majestad a los nueve meses alumbrará un ser pluscuamperfecto que guie los destinos del reino.
Las actuales hijas de la pareja real son dos hermosas infantas rubias y de ojos azules, étnicamente arias, católicas y apostólicas ya que están emparentadas por un lado con los emperadores Bávaros y por el otro con don Pelayo. En este caso la corona ha recaído en la infanta Leonor, princesa de Asturias, quien, por obra y gracia del espíritu santo, será la nueva reina de España asegurando así la perpetuidad de la dinastía borbónica.
La rutina diaria de sus majestades está marcada por una apretada agenda institucional propia de tan alta investidura. El jefe de la Casa Real es el encargado de planificar cada una de las actividades oficiales y extraoficiales de Felipe VI -el Jefe de Estado y capitán general de los ejércitos- y de su consorte la reina doña Letizia.
El cirujano Antonio de la Fuente y los médicos del clínica Ruber han atendido a la reina Doña Letizia (por motivos de salud, se afirma) en los últimos 14 años. Al parecer su majestad está obsesionada con su aspecto físico (la perfección hedonista) ¿cuánto han costado estas carísimas operaciones y tratamientos? Cualquier esfuerzo es poco para elevar su autoestima y garantizar su felicidad. ¿Alguien se atreve a cuestionarla? Quien lo haga inmediatamente será acusado de antiespañol, separatista o comunista y condenado a la picota. Su alteza serenísima doña Letizia está a punto de terminar el proceso de metamorfosis y pronto los súbditos podrán presumir de tener la reina más bella del universo.
Gracias a las incontables operaciones de cirugía estética (que son un secreto de estado) la reina ha conseguido superar el canon de belleza griega. De veras que luce como una adolescente a pesar de haber cumplido 46 años. En su currículo extraoficial consta una septorrinoplastia para corregir el tabique nasal, la elevación de los parpados con silicio orgánico y tocoferol, una mentoplastia para suavizar el mentón tan prominente, el aumento de pechos con implante de silicona con el fin de realzar el busto, la eliminación de las bolsas de los ojos, el arreglo de los dientes con brackets (ortodoncia) La reina por ley y cueste lo que cueste debe ser eternamente joven y subir incorrupta al reino de los cielos. Por prescripción médica también se le han recomendado tratamientos corporales y faciales: infiltraciones de ácido hialurónico sintético para rellenar los surcos de las arrugas, las inyecciones de hidroxiapatita de calcio para realzar los pómulos, la toxina botuniloica para relajar la expresión de la frente, el botox para estirar la piel o colágeno para rejuvenecerla. Los halagos y piropos se multiplican y llueven a su paso los pétalos de rosas. Esas joyas que exhibe en los desfiles de modas le otorga un cierto halo de divinidad: la tiara de lis, el emblema de los Borbones, y regalo de Alfonso XIII a su prometida la princesa Victoria Eugenia de Battenberg, la tiara de diamantes que le ofreció Franco a la reina Sofía con motivo de su enlace matrimonial, dos pulseras de la firma Cartier, los collares de perlas finas de Tiffany Victoria, la diadema prusiana de platino, diamante y brillantes, los pendientes aguamarina y zafiros, los anillos de oro engastados con esmeraldas.
Pertenecemos a una sociedad en la que prima la imagen y el culto al cuerpo. Por lo tanto la reina Letizia está constantemente expuesta al juicio mediático que se emite a través de la prensa, la radio, la televisión o las redes sociales (tanto a nivel nacional como internacional) Esta sobreexposición bestial la soberana la afronta con coraje y valentía. Suena la marcha real y nadie puede hacerle sombra pues su majestad es el centro del universo. Tales delirios de grandeza los disimula con una sonrisa de cumplido o un gesto mayestático que define su recio carácter. Cada movimiento suyo está impregnado de glamour, y un irresistible atractivo erótico y hasta sexual que provoca un desmedido apasionamiento. Doña Letizia es la estrella de las revistas del corazón y la prensa rosa de los cinco continentes, ella es la best seller, la número uno que agota todas las ediciones, y acapara todas las portadas. ¡Letizia, Letizia! la plebeya nieta de un taxista ha sido coronada en lo más alto del Olimpo.
¿Cuál es el papel de la reina? ¿Acaso todos piensan que es meramente representativo? ¿un jarrón chino? Doña Letizia tiene que cuidar la imagen pública puesto que es el mascarón de proa de la marca España. Su belleza y sensualidad es el mejor gancho y propaganda para asegurar el éxito en los contratos, inversiones, transacciones y exportaciones que son un factor determinante para el buen funcionamiento del PIB (producto interior bruto) o la estabilidad de la prima de riesgo. Es una excelente relaciones públicas y las multinacionales españolas están de plácemes. La reina también toma decisiones ya que prudentemente le susurra al oído de su majestad Felipe VI sus preferencias en los asuntos familiares o políticos. Sus deseos se convierten en órdenes pues al fin y al cabo los acontecimientos más cruciales del reino se deciden en la cama o en los mejores restaurantes.
Nadie ha podido desvelar el patrimonio de la familia real española pero se especula que podría elevarse a unos 150.000.000 millones de euros. No hay que ser mal pensados porque todo este dinero es producto de sus abnegados servicios a la patria. La dinastía borbónica a través de la historia se ha distinguido por su proverbial honradez, jamás han ejercido de lobistas, ni han cobrado comisiones, ni se le conocen corruptelas o cuentas en paraísos fiscales como pretenden insinuar sus más encarnizados enemigos.
Algunos envidiosos sostienen que es una afrenta intolerable tamaña exhibición de opulencia y derroche por parte de la familia real. Más bien lo que deberían hacer es predicar la austeridad pues en el reino de España existen millones de marginados y empobrecidos víctimas de la crisis económica.
Los defensores de la monarquía responden que este es un estúpido argumento populista con el que intentan los antisistema destruir una de las instituciones más queridas por los súbditos españoles. La monarquía representa la unidad de España y es la garante del estado de derecho, la libertad y la democracia. Así lo decidieron los súbditos cuando en el referéndum constitucional de 1978 aprobaron con el 87% de los votos la restauración borbónica. Refrendando así la voluntad testamentaria del caudillo Francisco Franco que eligió al príncipe don Juan Carlos como su sucesor.
No quiero ni pensar si llegará a fallecer nuestra sacrosanta y serenísima reina –Dios la guarde por muchos años- seguro que al día siguiente no saldría el sol y sus criadas, amas y siervas serían enterradas vivas junto a ella en una magnánima ceremonia faraónica. El rey inconsolable perdería la razón y muchos de sus súbditos preferirían el suicidio antes que soportar la ausencia de tan augusta benefactora. El doblar de las campanas, el luto oficial indefinido, las banderas a media asta, y el desgarrador llanto de las plañideras sumirían al reino en la depresión más espantosa.
Su majestad se pasa las horas muertas en el tocador de la alcoba ensimismada frente a su espejo pronunciando el clásico conjuro: “espejito mágico espejito de oro ¿quién es la más linda? Dímelo tesoro” El genio le responde con voz impostada: “nadie en el reino es capaz de eclipsar a vuestra excelencia ¡doña Letizia es las más guapa, guapa, guapa!” Coqueta y vanidosa lanza un suspiro de alivio mientras los poetas palaciegos le cantan versos laudatorios: ¡¡Oh, gloria inmarcesible!! ¡¡oh, júbilo inmortal!! Escribirán su nombre en letras de oro en los anales de la historia, se le levantarán estatuas, bustos, se erigirán monumentos en su honor; eternamente adulada por sus súbditos que le hacen reverencias, besan sus purísimas manos y se rinden a sus pies. La revista Hola, el boletín oficial de la Casa Real, el Diez Minutos, Lecturas o Semana lanzan ediciones extraordinarias para ponderar el regreso de Sissi emperatriz resucitada.
El culto a la personalidad es una de las máximas virtudes de nuestra monarquía “constitucional” y ya comienzan a bautizarse con su nombre estadios, aeropuertos, salas de teatro, hospitales, y hasta tanatorios. Por real decreto ley la foto oficial de sus majestades debe presidir los ayuntamientos, colegios, universidades, cuarteles, estaciones de policía, edificios oficiales, embajadas, etc. Tal epidemia de narcisismo es otra prueba más de la soberbia imperial españolista.
A las famosas peluqueras Luz y Gema se les ha encomendado la heroica misión de cuidar la sedosa cabellera de su majestad. Ambas cumplen una extenuante jornada de trabajo que comienzan al toque de diana (6 de la mañana) -casi todos los días del año sin excepciones-. Son memorables sus eximias obras de arte: el moño rizado, el flequillo ladeado, la coleta sutil, el clásico recogido de bailarina, el pelo liso, ondas retro, corte bob, las mechas más claras, más oscuras, el alisamiento, la melena rizada. Pero hay algo que no han podido evitar y es que a la reina se le caiga el pelo (por culpa del excesivo uso de tintes, acondicionadores y demás menjurjes) y neutralizar la aparición de las primeras canas. El desgaste de su tupida cabellera es más que evidente y se teme-que si no se toman las medidas oportunas- en un corto periodo de tiempo, pueda quedarse calva. Para evitar tamaña tragedia que la condenaría a usar una incómoda peluca se le está aplicando un revolucionario tratamiento de choque a base de champús y lociones especiales por parte de los más prestigiosos dermatólogos de España. Se ha descubierto que su alteza real es alopécica nerviosa por lo que sus psicólogos le han recomendado la práctica del bikram yoga. Dejar su mente en blanco es la mejor terapia para que recupere el equilibrio y la armonía cósmica.
Sus asesores y estilistas encabezadas por Eva Fernández estudian cada gesto de su expresión facial y corporal. Sencillamente su majestad es una las más cotizadas “influencers” del mercado, una top model de insuperable valía que se la pelean las más importantes firmas a nivel nacional e internacional. Es necesario que doña Letizia conserve la línea con una exhaustiva dieta Perricone tan popular entre las estrellas de Hollywood. La reina está flaca, muy delgada ¡oh virgen santa! ¿Será anoréxica? O a lo mejor sufre alguna dolencia grave porque parece más un saco de huesos. ¿Quizás sea el efecto de una mala relación con Felipe VI, sus suegros o la familia real? Al fin y al cabo ella es una intrusa, una plebeya vulgar y corriente. Con razón se siente odiada por sus súbditos que la consideran una advenediza carente de rancio abolengo.
Su católica majestad siempre se le ve tan etérea y angelical. Su piel tersa y sin una arruga demuestra que está bendecida por la madre naturaleza (y las incontables sesiones en la cámara hiperbárica) De su look ultra natural se encarga el su súper maquillador Daniel Vicente: primero que todo el bálsamo para los labios antes de repasarlos con color carmín (1001 pintalabios ) y una delicada sombra de ojos Cooper (favorita de las modelos) Todos los cortesanos tienen que quedarse maravillados con sus pestañas larguísimas rizadas con rímel que resaltan sus bellísimos ojos verdes que se vuelven chispeantes al enmarcarlos con un khol negro. Y para rematar el toque pastel sobre sus parpados que da luz a sus poderosísimas cejas. Menos mal que el palacio de la Zarzuela está muy bien abastecido con la más alta gama de cosméticos: L’Oréal Paris, Vichy, Avon, Mac Mac, Nars o Chanel.
A la reina le encantan los modelos exclusivos de Inditex o Zara, los Massimo Dutti, Uterque, Designers, Remix, Felipe Prieto, Loewe, Carolina Herrera, Nina Ricci, Hugo Boss, Felipe Varela o Estella McCartney. Definitivamente su armario está muy bien abastecido pues se reserva un traje para cada ocasión según las tendencias de primavera, verano, otoño e invierno. Habría que sacar la cuenta de todos los vestidos que ha estrenado (no suele repetirlos) durante los años que lleva de reina consorte. Son tantos que incluso necesita la ayuda de una abnegada doncella que los clasifique y los mantenga a punto. La reina por su suprema elegancia es el espejo en el cual tienen que verse reflejadas las mujeres españolas. En el fondo es una feminista radical que para sobrevivir tiene que adaptarse a las veleidades del régimen monárquico (papista) patriarcal.
En el tema de los zapatos su majestad también es muy exigente ya que sus delicados pies deben calzar las mejores marcas: Blahnik, Magrit, Pura López, Mango, Prada Miu Miu, Lodi, Carolina Herrera. Su zapato fetiche es el de tacón de aguja de Magrit. En su zapatero guarda más de 500 pares de zapatos de súper lujo (a cargo de los presupuestos generales del estado, por supuesto) Sin lugar a dudas que va camino de convertirse en la nueva Imelda Marcos (esposa del dictador Ferdinand Marcos) que tenía más de 1000 pares de zapatos. Otro de sus complementos favoritos son los bolsos cuyas marcas favoritas son: Uterque, Magrit, Felipe Varela, Carolina Herrera, Lidia Faro, Roger Vivier, Malababa, Cucareliquia, Adolfo Domínguez, Ángel Schlesser, Hugo Boss, Según los periodistas de la prensa del corazón posee más de 300. Aunque son apenas un adorno porque ella no necesita ni documentos, ni tarjetas, pues una sola palabra suya basta para cumplir cualquiera de sus caprichos.
Pero en la vida de doña Letizia no todo es frivolidad ya que en su corazón prevalece el espíritu altruista y solidario. La nueva madre Teresa de Calcuta apoya incondicionalmente a las ONGs y demás organismos de ayuda humanitaria que se empeñan en redimir a los más pobres y afligidos. Con sus manos caritativas acaricia a los huérfanos y menesterosos que ante su luminosa presencia renacen de las cenizas.
En la novela “Piel de Zapa” de Balzac el argumento central es la búsqueda del elixir de la eterna juventud, mejor dicho, el deseo de la longevidad aunque sea a costa de venderle el alma al diablo. En “El retrato de Dorian Grey” el genial escritor irlandés Oscar Wilde desarrolla la tesis de que lo único que vale en la vida es la belleza, el atractivo físico y la satisfacción de los sentidos. La Reina Letizia desea mantenerse tan joven como Dorian cuando Basil lo retrató en el cuadro. Porque la figura pintada en la tela es la que envejece y no el personaje real. El mito de Dorian Grey es una hipócrita mascarada que arrastra a aquellos que caen en sus tentáculos a la cruel autodestrucción. http://www.rebelion.org/noticia.php?id=249185&titular=la-asunci%F3n-a-los-cielos-de-su-majestad-la-reina-do%F1a-letizia-
submitted by alforo_ to podemos [link] [comments]

Hongru Ruixing Zhang Yungeng: CTO es genuino para separarse del virtual al material

Hongru Ruixing Zhang Yungeng: CTO es genuino para separarse del virtual al material
"Fraude, regulación, financiamiento disfrazado, MLM, re-regulación..." loco ICO en el camino a la supervisión, el nacimiento de extinguido, extinguido y nacido, IFO, IEO, IMO todo tipo de ICO disfrazado sin fin. Desde la reforma monetaria, la reforma de las entradas hasta la reforma de la cadena, la transformación económica del certificado también está en pleno apogeo.
en estos días, el círculo de monedas, que ha permanecido en silencio durante algún tiempo, parece haber vuelto a la vida. Esta vez, la popularidad de la activación ya no es parte del cerebro imaginario de la moneda criptográfica, sino por parte de los Insiders de la industria llamados bloques de la IPO de Sto. Ya sea elogio o controversia, la iteración de alta velocidad se ha convertido claramente en la melodía principal en el mundo bloques, Sto apareció rápidamente recibió una atención generalizada.
Ha habido algunos intentos en STO en el mercado actual, y hay muchas organizaciones en la cadena de la industria de STO alrededor del mundo, y hay dos acontecimientos importantes a mirar:
uno es Tokensoft emitió la propuesta de mejora de la Plaza etérea, que puede establecer un estándar de pase de valores basado en el cuadrado del éter, Esto ha sido interpretado por los Insiders de la industria con la probabilidad de desencadenar el Sto Big Bang.
segundo, según el bloque, el NASDAQ Exchange está planeando lanzar una plataforma certificada de valores, y para ello, NASDAQ está en conversaciones con el simbionte de la empresa de tecnología bloques para llegar a una asociación relacionada.
NASDAQ aún no ha declarado formalmente el establecimiento del intercambio de fichas de valores, pero el CEO Adena Friedman dice que realmente están considerando transformarse en una plataforma de comercio de divisas encriptadas, mientras que los nuevos nombres como TZero y polimath están comenzando a aparecer en los lugares de interés de la gente, No depender de los recursos de los intercambios tradicionales, ni depender de la experiencia de los intercambios de divisas digitales encriptados, para intentar establecer una nueva plataforma de operaciones de token de valores.
estas dos cosas pueden probar que STO está en su infancia, pero la perspectiva es muy buena.
¿Qué es STO?
El CSRC sec divide las monedas criptográficas en dos categorías, una para tokens de utilidad de tokens de clase de aplicación y otra para tokens de seguridad de tokens de valores. STO es la oferta de token de seguridad. Los tokens de la clase de aplicación de
son generalmente emitidos por empresas para sus propios servicios o para la financiación de productos y proyectos. En general, las actividades de emisión de tokens de clase de aplicación son algo similares a los mecanismos de pre-venta de productos o servicios. los tokens de
Securities usualmente tienen activos reales como soporte, tales como los principales derechos e intereses de activos, acciones de sociedades de responsabilidad limitada o derechos e intereses de los productos básicos. El titular de un token de valores podrá adquirir la propiedad o acciones de la empresa.
exploramos STO más allá: primero, claramente representa la propiedad, los derechos de control e ingresos de una empresa o de un activo, que es un tipo de definición de fichas de valores, y en segundo lugar, en algunos países y regiones, el propósito de los ingresos de inversión, al mismo tiempo a través de la operación de tres partes para lograr beneficios de inversión, Esto es, los tokens que ejercen el derecho de encomendarse también se clasifican como valores.
Pero Sto también tiene las siguientes dificultades:
1, STO actualmente carece de activos de calidad
Sto uno de los problemas actuales de desarrollo es la falta de activos de calidad.
Algunos inversionistas dijeron sin rodeos, "hay activos para apoyar, STO es un activo valioso y la equidad, para la propia empresa tiene un efecto protector, pero su liquidez no es tan buena como el ICO, que es la deficiencia de Sto." La forma de financiación "
" no es importante, lo importante es quién está financiando. Me temo que la verdadera buena compañía ni siquiera considerará Sto, y el resultado final se convierte en un montón de compañías podridas jugando juntos. "
2, dificultades regulatorias
" no puedo dejar que Sto, como ICO, se convierta en una herramienta para cortar puerros, por lo que se vuelve a jugar. "El pase de valores de
está sujeto a límites relativamente grandes tanto en el nivel de inversión como en el alcance de los inversores.
en el caso de los inversores norteamericanos, los inversores calificados deben cumplir una de las dos condiciones siguientes: 200.000 dólares en ingresos en los últimos dos años, o más de $1 millón en activos netos (excluyendo residencias). Para los inversionistas extranjeros, los fondos deben ser acreditados a la cuenta bancaria correspondiente y congelados por 3 meses antes de que puedan invertir en STO después de recibir un certificado legal de financiamiento del Banco. El retraso del sistema regulador
es también el mayor obstáculo a los valores que pasan en el mercado estadounidense en la actualidad.
3, volatilidad del precio alto de los activos
la liquidez alta del activo y el riesgo de la volatilidad del precio alto, incluso para las empresas cotizadas con numerosas auditorías y oficinas de alquiler largas, los precios de las acciones son vulnerables a la volatilidad, sin mencionar el hecho de que la mayoría de los Sto son start-ups, incluso si hay activos o intereses financieros en el mundo real como una salvaguardia, La incertidumbre también sigue haciendo que el precio de los certificados pueda hacer frente a grandes fluctuaciones en cualquier momento. En comparación con las dificultades en la implementación de STO,
, Presidente del grupo comercial Coinbay y el Sr. Zhang Yun, asesor estratégico de la bolsa de valores, propuso que el modelo CTO tiene más potencial para las aplicaciones de aterrizaje.
ICO se enfrenta al proceso, y STO y CTO están orientados a los resultados. STO es una oferta de token de seguridad, centrándose en las participaciones de capital, apuntando al final del activo; CTO es oferta de tokens de consumo, centrándose en el ejercicio de la equidad, apuntando al lado del consumidor. STO se centra en la reorganización de las formas de activos y mejora la eficiencia de la circulación de activos, y CTO se centra en la serie de escenarios de aplicación para fortalecer la motivación del comportamiento del consumidor.
¿es más sagrado proponer el tensor del modelo CTO?
📷
Si usas algunas palabras para describirlo, ese "valiente intrépido, Walker sin límites, no está confundido, la benevolencia invencible" no puede ser más apropiado.
Zhang Yun más como el fundador de Beijing Hongyi Taki Yuan Holding Group Co., Ltd., que está familiarizado con el negocio de préstamos nacionales y el medio ambiente del mercado financiero, especialmente bueno en la expansión de los canales de financiación, con una amplia gama de contactos, la experiencia de inversión rica y la capacidad práctica. Su creación de Hong Yun Taki Yuan Holding Group en poco más de un año, los activos totales han llegado a 900 millones Yuan. Hong Yun Taki Yuan holding del grupo de negocios cubre la gestión de inversiones financieras, la inversión de obras de arte y financiación, financiación de Internet y así sucesivamente.
Él es también el CEO del Forritt del intercambio del norte, el fundador de la moneda cambio de junio, Consejero Estratégico del intercambio de Coinbay Zhang Yun, pero también experimentó una serie de industrias, pero también más acertada. Él hace una cosa o no lo hace, tiene que luchar primero para hacerlo. Con esta fuerza inquebrantable, Zhang Yun logros más notables, se juzgó a sí mismo: "no se atreva a decir qué industria ha logrado los primeros resultados, pero muchas industrias han logrado resultados impresionantes". "
Zhang Yun ha dicho que en el campo de la bloques, conozca las finanzas, sepa como comerciar no mucha gente, su equipo en el intercambio y la experiencia de gestión docente es actualmente la industria bloques superior, más profesional, él mismo y líder del equipo, son más de 10 años de veteranos de trabajo, estos veteranos casi todos pueden estar solos.
El secreto de su éxito es su estilo de hacer las cosas. Seque cada industria, cada empresa, cada producto antes de que él piense primero, si puede ser rentable, cómo hacer un beneficio, cuánto beneficio puede ser generado, cuántas personas pueden ser compartidas, ¿cuánto empleo puede ser resuelto? Su objetivo es ser un gran empresario, y el cambio en los patrones de estilo y comportamiento de hacer las cosas es algo que debe ser experimentado en la transición de una juventud emprendedora a un emprendedor.
en vista del desarrollo actual de la industria bloques en Taiwán y los objetivos a medio y largo plazo del intercambio Coinbay, él dijo en el "bloques asiático y el foro de moneda criptográfica y la guerra de cadena de Taiwán estación": Coinbay se basará en el mercado de Taiwán, combinado con una amplia gama de recursos para ayudar a las pequeñas y medianas empresas de la reforma de la cadena, para que la economía real para empoderar , al tiempo que subraya que la moneda de la bahía de monedas compartirá el dividendo de desarrollo a largo plazo del intercambio de dólares de Taiwán. Taiwán tiene una gran cantidad de empresas tradicionales con una larga historia, habrá una apelación fuerte, los consumidores pueden entender fácilmente su comportamiento y valor del producto, aunque el desarrollo de Taiwán en los últimos 20 años no es muy rápido, pero las empresas tradicionales de Taiwán en el bloques son una mente abierta, aceptan cosas nuevas, para formar una situación provechosa para ambas partes.
hablado tanto, nos presentamos a continuación el protagonista de hoy: el modelo CTO.
1, ¿qué es CTO? el nombre completo de
CTO es oferta del token del consumo, es el consejero estratégico principal del intercambio de Coinbay, Sr. Zhang Yun propuesto, combinado con la situación específica del modelo del paso del consumidor de Taiwán. El modelo combina las características de bloques, proporciona eficazmente la energía cinética para la economía real, crea con eficacia efecto de la abundancia para la gente, y promueve el desarrollo económico y el progreso social de la sociedad.
📷
2. ¿por qué el CTO puede promover el desarrollo económico y aumentar el empleo?
La expansión de la escala de operación de la empresa, traerá inevitablemente un gran número de nuevos empleos. Para el vasto número de pequeñas y medianas empresas y comerciantes de Taiwán, la necesidad más urgente de ampliar la escala de negocios es obtener apoyo financiero. La subida de la manía de
bloques se debe precisamente a la facilidad de financiación provocada por las monedas virtuales, que solemos llamar el modelo ICO. Sin embargo, la prevalencia del modelo ICO trae consigo muchos problemas, la mayoría de los proyectos son una idea no probada, no hay una lógica empresarial perfecta y una estructura organizativa, en la exitosa recaudación de fondos. La mayoría de estos proyectos se abortan después de que se levantan, convirtiéndose en artículos de aire o monedas de aire.
pero el modelo de CTO evita de manera fundamental y eficaz la ocurrencia de tales problemas. El modelo CTO tiene la capacidad de financiación del modo ICO, que puede proporcionar un fuerte apoyo financiero y de recursos para la replicación a gran escala y la expansión de estas entidades de alta calidad. Pero el CTO selecciona entidades que ya tienen escenarios de negocios maduros y lógica empresarial madura y estructuras organizacionales. Por ejemplo, una variedad de tiendas de renombre en Taiwán, pequeñas y medianas empresas con cierta conciencia social, o algo de comida diaria, ropa y refugio son inseparables de las cadenas de tiendas y así sucesivamente. el modelo de financiamiento de
CTO permite a estos jugadores de negocios obtener ingresos anticipados para los próximos años, reclutar trabajadores, ampliar y mejorar su diseño de negocio. El CTO promueve el desarrollo de cada empresa que utiliza este modelo de financiamiento, impulsa el empleo geométrico de estas empresas y, a continuación, impulsa eficazmente el desarrollo de toda la sociedad.
📷
3. ¿por qué el CTO tiene la capacidad de financiar?
mencionó anteriormente que los comerciantes eligieron CTO debido a su capacidad para financiar, para ayudar a las empresas a expandirse rápidamente, y para impulsar el empleo. Entonces, ¿por qué el CTO tiene la capacidad de recaudar dinero, la pregunta equivale a por qué los consumidores eligen a los comerciantes de CTO?
Comencemos con las tres características del CTO:
la primera es que los tokens emitidos por el modelo CTO tienen el atributo de "minería de consumo".
Por ejemplo, los usuarios de Tiger Hall para comprar una taza de té de leche de perlas NT $10: Si el usuario paga en efectivo, entonces la necesidad de pagar NT $10, si el uso de tokens para pagar, usted necesita pagar 10 tokens de Tiger Yuan, pero debido a que ha gastado dinero, el sistema le devolverá automáticamente 1 tokens de Tiger Don, El equivalente a un descuento de 90 por ciento para los usuarios. El consumo es conseguir un descuento, el usuario eligió naturalmente los tokens de la iglesia del tigre.
el segundo es que los tokens emitidos por el modelo CTO tienen la propiedad de "POS Revenue"
como el usuario en el Tiger Hall para recargar la tarjeta de puntos de 1000 NT Dollar, el usuario ganó 1000 tokens de la iglesia Tiger. Los ingresos de POS significan que los tokens aumentarán a medida que aumente el tiempo de espera. Por ejemplo, las ganancias de POS para el nudo mensual de 12%, entonces cada mes este usuario recibirá 10 tokens de Tiger Yuan adicionales. Esta característica agrega una cierta naturaleza financiera a esta tarjeta de crédito, y los usuarios están más dispuestos a elegir una tarjeta de los puntos de la recarga, y una vez que el usuario ha recargado la tarjeta de los puntos, el usuario también será atado más firmemente a la cadena del té de la leche del tigre del pasillo, aumentando la tarifa de
📷
La tercera es que el modelo CTO se emite con una propiedad de "moneda estable".
la moneda utilizada para el pago de los consumidores aumentará la naturaleza especulativa de los usuarios, así como las preocupaciones de los comerciantes, si la apreciación o devaluación a gran escala de los tokens tendrá un gran impacto en el flujo de efectivo de las actividades de producción y operación, por lo que es muy importante que los precios detengan dólares NT para lograr la estabilidad. Anclamos dólares NT para todos los tokens emitidos por el modelo CTO, mientras que todos los consumidores y comerciantes pueden cobrar fichas en tiempo real en el intercambio de Coinbay. De esta manera, también añade otra motivación para la recarga del consumidor: la integral ya no es una integral fija, puede ganar puntos para hacer dinero, pero también libre para pagar y fluir.
en Resumen, las tres características del modelo CTO, "minería de consumo", "ingresos POS", "moneda estable", dan al modelo CTO una fuerte capacidad de financiamiento, y los consumidores no pueden rechazar la razón.
📷
4, el papel del intercambio de Coinbay
Coinbay intercambio, como una plataforma de pago virtual del comercio de activos y del modelo del CTO, lleva la operación del modelo entero. Al mismo tiempo, a través de la plataforma de Coinbay modelo de bulldozer CBC, para que los primeros participantes en el modelo disfruten del efecto de la riqueza real, y luego más para entender y promover los beneficios de todo el desarrollo social y económico del modelo CTO, y realmente hacer que más comerciantes se unan a las filas, en los atributos financieros bloques a la tierra al tiempo que promueve el empleo, Promover el desarrollo de la economía en su conjunto.
������Z���/
submitted by DSCBank to u/DSCBank [link] [comments]

Quería escribir algo para el día de muertos, pero me tardé. Aquí está como quiera, espero les guste y si no pues nimodo.

En la cima de una de las cientos de montañas azules que nacían del suelo de aquel planeta lejano, bajo un cielo lleno de estrellas y de sueños, sobre una ciudad que dormía, una conversación comenzaba a formarse.
"¿Sabes qué día es hoy?" Un hombre con piel de plata y con ojos brillantes preguntó sin voltear.
"No..." Le contestó una mente joven, nacida ya en un cuerpo eterno, ignorante de los cientos de milenios que le precedían, sin pensar mucho en la pregunta que escuchaba.
"Hoy es el día de los muertos." Explicó la voz de aquel hombre prehistórico, resonando entre las grietas del suelo suelto.
"¿Qué es eso?" La mirada de la mente joven se tornó al hombre que la acompañaba, tratando de recordar una instancia en su vida en la que se hubiera utilizado esa palabra.
"Es el día en que recordamos a las personas que estuvieron aquí antes de nosotros. Sabes... las personas no siempre fuimos de plata, no siempre hemos vivido aquí, en el centro de esta galaxia. Esto que ves aquí alguna vez no estuvo... y algunos de los que estuvieron, ahora ya no están." El hombre se levantó del suelo y señaló a un punto apenas visible en el zénit. Entre las millones de luciérnagas interestelares una luz tenúe sobresalía de las demás ante sus ojos. Una luz amarilla, una luz lejana, una luz tan etérea que era casi imposible recordar el calor que desprendía. "Allá arriba... allá es donde las cosas mueren, allá es donde hay que mirar, de allá es de donde venimos y donde muchos se quedaron."
"¿Allá es la Tierra?" La mente joven miraba con atención la luz apenas perceptible de la estrella de donde sus antepasados habían salido, donde el hombre plateado que estaba junto a él había pasado sus primeros años, o al menos eso decían. "¿Usted se acuerda de algo?" Osó preguntar.
"Me acuerdo..." Dijo sin bajar su mano, viendo la estrella sobre su dedo resplandeciente. "Me acuerdo de los grillos que cantaban en las noches. Me acuerdo de los bailes a los que asistíamos, aquellos donde estaban todos, aquellos en donde reíamos y recordábamos. Me acuerdo de ella, de su sonrisa espectacular, de su risa placentera, de sus ojos profundos y de su alma buena. Me acuerdo de aquel árbol frondoso bajo el cual nos sentábamos a hablar por horas."
"¿Qué es un árbol?"
Y aunque el hombre había escuchado la pregunta, la ignoró. "Ya no me acuerdo de las cosas que decíamos, me acuerdo de su rostro, pero no de su voz. Me acuerdo de su cabello, pero no de su cuerpo." Por un momento el hombre quizo maldecir su cuerpo eterno, por un momento quizo arrancarse la cara y llorar las lágrimas acumuladas através de los milenios. Pero llorar ya no era posible.
"¿Y por qué los recordamos?"
"El olvido se extiende más allá de la última estrella de la galaxia, se extiende incluso más allá de los horizontes de nuestro universo. Podemos seguir jugando el juego del desafío, haciéndonos creer que seguiremos vivos después de que todo lo demás haya desaparecido. Podemos pretender que somos dioses y que nada podrá con nosotros, pero al final todo se termina. Y tan seguramente como el centro galáctico consumirá todo lo que puedes ver, el fin nos alcanzará. Y en el fin el olvido nos estará esperando en la oscuridad."
El hombre de plata bajó su mano, y de nuevo la luz amarilla de aquel sol antiguo se perdió entre innumerables estrellas. Se volvió a sentar en el suelo y después de una pausa dijo: "Los recordamos para regresarles la vida... los recordamos para que nos acompañen en nuestro camino, para que nos acompañen hasta el final del universo en donde todo termina, los recordamos para que puedan vivir para siempre junto con nosotros y así postergar el olvido que algún día nos alcanzará... por un momento más con ellos... por un momento más de vida."
submitted by Writes_Sci_Fi to TechoBlanco [link] [comments]

¡¡¡VÁYASE…, SR. GONZÁLEZ!!!..., QUE NO NECESITAMOS SUS CONSEJOS

Dice Felipe que hace estas declaraciones, porque estoy cansado de que interpreten lo que suponen que pienso o debería pensar. Felipe ignora que cuando uno habla, máxime cuando ese uno se cree investido de autoridad, y amplifica sus palabras en un “medio” (El País, 28-I-2016), del grupo PRISA, siempre presuroso en ponerse a su servicio, se expone a ser interpretado en función de los intereses, no siempre ecuánimes, de los intérpretes. Justo lo mismo que él hace con sus juicios de intenciones y conductas de los demás, sin aportar argumentos. Por lo tanto, el que habla desde esa tribuna, si sus razonamientos son objetivos y fundamentados en datos históricos-empíricos, no debería sentirse a disgusto con las interpretaciones ajenas; el tiempo y la “academia”, que suelen ser neutrales, pondrán las cosas en su debido lugar… Pero el sufrimiento de Gonzáles (a veces sufro) no debiera ser por lo que los demás piensan, ¡sólo faltaba!, sino porque estoy en desacuerdo con unos o con otros, incluso con unos y con otros, aunque dice, hipócritamente, que trato de ser prudente. Y digo hipócritamente, porque en estas frases pone de manifiesto, una vez más, su “gran ego”, que nunca consigue disimular. Desde que Pablo Iglesias, el de PODEMOS, dijo aquello de que le gustaría ser el Felipe González de los años ochenta, su ego no ha dejado de corroerle las entrañas. ¡Tan irrepetible se cree!. No se explica, si no, la bilis que resuma por su boca cuando se refiere al líder de PODEMOS. Debería, por el contrario, de enorgullecerse de que alguien le elija de modelo. También lo tuvo como icono Rodríguez Zapatero… El buen maestro debe sentirse sanamente orgulloso de la capacidad de superación de sus alumnos, Pero lo que realmente corroe el ego de Felipe es que sabe que ya no puede volver atrás, y que, por mucho que lo intente, nunca va a estar a la altura de P. Iglesias, que, con su edad actual, similar a la de Felipe en los ochenta, el joven Iglesias está mucho mejor preparado académicamente que aquél otro joven “de la chaqueta de pana”. Alguien ha catalogado esa especie de envidia que sufren algunos padres viejos respecto de sus hijos, cuando éstos intentan desalojarlos de la actividad, de “síndrome de Abraham”. No sé si el nombre de esa patología psíquica obedece al mito bíblico del frustrado sacrificio de Isaac por su padre Abraham… ¡Así es la vida!... ¡El pelo, Felipe, no se cae o blanquea con la gripe!... Deberías, pues, sentirte muy a gusto, como reivindicaste en un reciente mitín, de tu contribución cuando gobernabas. Y aún te sentirás más reconfortado, si olvidas el “rebufo” irónico que se ocultaba tras aquel “autobombo”… Al menos, Felipe, no caerías en las tremendas contradicciones, cuando no mentiras, de tu discurso, de las que vamos a dar cuenta seguidamente.
Y lo primero con lo que no estoy de acuerdo es con el anzuelo que su entrevistador, Antonio Caño, le pone, para “tirarle de la lengua”: su influencia dentro de su partido y en la sociedad no sólo no ha decrecido en este tiempo –dice-, sino que ha aumentado ahora que el país vive la zozobra de una crisis política de muy difícil solución y de consecuencias inciertas. ¡Por favor, no más salvadores! Ante ese anzuelo, el entrevistado se crece y se llena de falsa humildad, recordándonos su gobierno de hace más de veinte años, y los diecinueve que fue Secretario General del PSOE: que es prudente a la hora de decir lo que piensa a los líderes del partido…, ante los que, si me preguntan, respondo, pero intentando no entrometerme nunca…, y que no le toca decidir. ¿Alguien se cree tal cosa?... ¡Quizá, Susana Díaz!... Poco porvenir tendrá Pedro Sánchez si se lo cree…
Pero antes de desmenuzar el texto de esta larga entrevista, no me resisto a expresar mi intuición, a juzgar por lo incongruente y deshilvanado del mismo, que esta entrevista ha sido “tramada” y “convenida” con urgencia. Que me perdone Felipe por esta mi primera “malinterpretación”.
Para aclararnos qué “luminosas ideas” nos propone este “venerado” Oráculo de Delfos, para el bien de la Patria y el bienestar de los españolitos, más que una “glosa” a un pensamiento coherente, me veo obligado a hacer un “comentario de texto” a la manera que lo haría un aventajado alumno de bachillerato. Sirva, pues, el esfuerzo, al menos, para recordar aquellos años jóvenes, ya que la conclusión del mismo la tengo prefijada desde la primera lectura del texto: a fuer de querer decir mucho, NO DICE NADA. En esto coincido con algunos de los comentaristas que he oído o leído. Sobraba la misma entrevista sólo por inoportuna… Vayamos, pues, por partes:
Primero, ¿qué necesita España, según Gonzáles, para recuperar su identidad perdida y volver a retomar el rumbo adecuado? Un programa progresista y reformista, y, por tanto un Gobierno que se identifique con tal programa. Pero, ¿qué entiende Felipe por tal programa, más allá de eslóganes y frases manidas? Y ¿qué Gobierno será capaz de llevarlo a la práctica? Contestemos al primer interrogante. Después de muchos rodeos y divagaciones contradictorias, para empezar, ni siquiera utiliza la palabra cambio, para que ese Gobierno nos saque del statu quo al que la crisis financiera y sus consecuencias económicas y sociales han provocado: recortes y desigualdades, corrupción, a lo que hay que añadir el desafío secesionista (de Cataluña). Todos estos fenómenos sólo han originado y han acelerado la sensación (atención a la palabra) de que hacen falta cambios, además de que vivamos una especie de final de ciclo. Al contrario de lo que ocurría en los años ochenta, en que sabíamos dónde estábamos y qué queríamos ser. Ahora hemos perdido el rumbo y no sabemos ni a donde vamos ni quienes somos. ¡Vamos, que sin él, los españoles y hasta su mismo partido nos hemos quedado huérfanos!... Todo ello es lo que justifica un proyecto reformista para España. De ese proyecto sólo sabe él, pero no acierta o no quiere explicárnoslo. Habla de la “manida” reforma de la Constitución; de la reforma electoral, que él no hizo cuando la ley vigente le beneficiaba; de la educación y de la sanidad públicas, o, ¡atención que esto es nuevo!, de reformas en las relaciones industriales (¿?) ¡De las puertas giratorias, nada de nada! Pero, además tiene la desfachatez de decir que de nada de esto está hablando nadie. Y digo bien desfachatez, porque da la impresión de que el tiempo que tiene que dedicar a “sus negocios” le priva no sólo de leerse el programa de PODEMOS, sino también el de su propio partido. Este “sabio” no está en el mundo de la realidad…, y comienzo a dudar de si lo está en el de los negocios…
Pero, mira por donde, en todo ese “bla…,bla…,bla” deja vislumbrar su idea de reforma: no estoy hablando, dice, de derogar leyes pasadas, sino de propuestas reformistas (dale con la palabreja) y de los votos que éstas necesitan para salir adelante. Y, aunque “de boquilla” dice que el bipartidismo imperfecto ha quedado atrás, lo que esa lógica de contradicciones realmente oculta es su intención de que todo siga igual, aunque con cierta apariencia de cambio… Más claro se expresa en el Editorial, que parece lo ha escrito él, de El País ( 31-I-16).
De anuncio teatral considera la “huida” de P. Sánchez hacia los militantes ante la “presión” a la que le someten sus “barones”. Es contradictorio que el editorial considere una evidente falta de liderazgo acudir a las bases, cuando han sido éstas las que le eligieron en “primarias” como Secretario General. Y cuando menos, resulta coincidente con la opinión de El País que P. Sánchez hable menos de un programa de cambio y de izquierda, y en su discurso utilice cada vez más las palabras “reformista” y “progresista”. Es sintomático que Sánchez en su discurso, una vez que el Rey le nombrara “candidato”, no haya utilizado ni una sola vez la palabra izquierda para referirse a su futuro Gobierno. En la campaña electoral decía que el único partido que podía aglutinar a toda la izquierda era el PSOE, e, incluso, criticaban a PODEMOS de ser “populista” y no definirse en cuál de esos dos topismos (derecha-izquierda) se situaba. ¿Por qué este giro? Porque eso es lo que le indica el “portavoz” del grupo Prisa: el líder socialista no debe jugar al equívoco de decir que va a reunir una imposible mayoría progresista y de izquierda. Las urnas no alumbraron ninguna mayoría de izquierdas. A ello nos referiremos en la respuesta al segundo interrogante. El entrevistador no queda satisfecho con las “explicaciones” de en qué debe consistir un proyecto progresista, viéndose obligado a repetir la pregunta hacia el final de la entrevista. Y, de nuevo, encuentra como respuesta un torrente de palabras huecas y frases vacías: necesitamos una economía social de mercado, …que es parte de la identidad fundamental de Europa… Se cree que incluyendo el término “social” entre los de “economía” y “mercado”, puede ocultar la Europa de los “paraísos fiscales” de Holanda y Suiza; la del expresidente del Eurogrupo y ministro de finanzas, el socialdemócrata J. Dijsselbloem, o la de J-Claude Juncker, actual Presidente de la Comisión Europea que, siendo ministro de finanzas en Luxemburgo, igual que su colega, facilitaron enormes recortes de impuestos a empresas multinacionales ficticiamente radicadas en sus respectivos países, al mismo tiempo que obligaban a Grecia o España a recortar y recortar el gasto en servicios sociales con tal de disminuir el “déficit público”, para garantizar a los mercaderes acreedores el cobro de sus inversiones (Aconsejo la lectura del artículo de Vicent Navarro, Público, 2-II-16). Una Europa muy preocupada por la “libre circulación de capitales”, mientras en sus fronteras diariamente mueren decenas de fugitivos del hambre y de la guerra con sus hijos en brazo. Parece que Felipe tranquiliza su conciencia con sólo decir que esos desajustes, provocados por los “excedentes” de riqueza que genera tal modelo económico, se pueden corregir sólo con frases manidas como la distribución justa de aquéllos, tenemos que dignificar el trabajo, superando la precariedad, mejorando los salarios y relacionándolos con la productividad. Este “visionario” no es consciente de que tales desajustes son estructurales del propio sistema capitalista, y no quiere ver que el pensamiento político que lo sustenta, el “ultraliberalismo”, que, antaño, tanto criticaba de los “chicago-bois”, se ha implantado como una doctrina dogmática y de “pensamiento único”, con el que se ha venido a identificar la “socialdemocracia” europea. ¡Es pura desvergüenza no querer aceptar, por muy “vida muelle” que se lleve, lo que la experiencia diaria “gime y grita” en los que la padecen!... ¡Y ya van muchos años de ese tipo de política y de meras “recetas cosméticas”!...
Del problema añadido que representa el “secesionismo catalán”, por no alargarme, remito al lector a lo que ya tengo escrito en varios trabajos anteriores. Así que vamos a la contestación del segundo interrogante.
¿Qué Gobierno podrá llevar a cabo ese programa “progresista y reformista”? De la cantidad de combinaciones que el “pactódromo” puede facilitarnos, voy a liberar al lector, aunque en el borrador me había hecho algunas, para resaltar las contradicciones de las que hace Felipe. Así que, sólo algunos comentarios al respecto. Comenzaré por uno general. Habla del orden lógico de las consultas del Rey de cara a la “investidura”, y critica como lo podría hacer cualquiera con un mínimo de sentido común, el “esperpento” montado por Rajoy. Pero obvia la gran crítica que un “montaje” así merece. Porque un “personaje”, todavía Presidente en funciones, no debería haber pisado la Zarzuela, con la “mochila” de corrupción que lleva a sus espaldas. En ese mismo día le habían metido en ella la “imputación” de su enésima tesorera, la de su partido como tal, y toda la corrupción valenciana, empezando por ACUAMED… ¿Es esa la forma de respetar la Jefatura del Estado, la Constitución, el Parlamento, etc.? ¿Es esa la ejemplaridad con la que pueden exigir al resto de los ciudadanos respetar y cumplir las Leyes? ¿Qué “papelito”, pues, se le reserva a P. Sánchez? El consejo del “gurú” no puede ser más pertinente: Sánchez debe cumplir con el mandato de los electores y del Comité Federal del Partido,… y debe intentarlo (formar Gobierno), si fracasa el PP. ¿Con quién y cómo? Y, a medida que el entrevistador concreta más sus preguntas, el entrevistado aumenta sus contradicciones. Calcula que, aunque con enormes dificultades, la aritmética parlamentaria le dará para llevar adelante una tarea de Gobierno reformista y progresista. Lo conseguirá hablando con todos y en base a un programa. ¿Por qué obvia de “izquierda”? Porque para ello tendría que contar con PODEMOS y otros como IU o ERC. ¡Y eso sería como “nombrar la soga en casa del ahorcado”!... Los de Iglesias y sus plataformas, que son los únicos y primeros que pusieron su programa sobre la mesa, quedan excluidos de ese todos; pues, el comportamiento arrogante (¿?) de los líderes de Podemos, con humillaciones que ponen al descubierto cuáles son sus verdaderas intenciones, no se debe aceptar. Pero el “amigo del de “el caracazo” no desaprovecha la oportunidad de hacer un “guiño hipócrita” a los votantes de PODEMOS, para explicar a sus votantes las verdaderas intenciones de Iglesias y los suyos… ¿Y cuáles son esas intenciones? Los recurrentes “topicazos”: Venezuela, Gracia, añadiendo uno más: son puro leninismo 3.0. ¡¡¡Lí-ne-a!!! Porque, para cantar ¡bingo!, le ha faltado dos numeritos más: lo del “oro de Moscú”; y algo más actual: “la financiación de Irán”. Y su amnesia, cercana al “alzhéimer”, le impide recordar la lluvia de marcos alemanes, facilitada por su padre adoptivo, Willy Brand, Filesa, etc. Pero a los que tenemos su edad no se nos olvida. También ha olvidado sus históricos e “histéricos” esfuerzos para desalojar del poder a Suárez y su tambaleante UCD. ¿Recuerda, al menos, cómo un tal “Isidoro” y un tal “Andrés”, con ese “oro alemán”, intentaron hacer casi desaparecer al PCE y a sus votantes y militantes, por cuya monumental lucha y sacrificios se pudo restaurar la Democracia, y aquéllos “tapados” pudieran darse a conocer, embadurnando los muros y paredes del país con retratos de chicos melenudos, chupitas de cuero y chaquetas de pana? No me resisto a recordarle, por si no ha leído o visto, el espantoso ridículo que han hecho sus “correligionarios” Matteo Renzi y Hollande ante la visita a Italia y Francia del Presidente iraní, Hasan Rohani. Ante la expectativa de los miles de millones de euros a invertir, hasta las Venus que adornan la plaza del Campidoglio se han visto obligadas a cubrirse sus “partes pudendas”, para no herir la mirada hipócrita del presidente de un régimen, que todos sabemos cómo trata a las mujeres… ¡Menos mal que el invierno no está demasiado frio!... Y nuestro ministro Margallo ya estaba camino de Melilla por si “el persa”, a su regreso, quería ver los terrenos donde instalar su ansiada refinería de petróleo… En fin, ¡que cuando el dinero, de color negro o amarillo, “cae” a raudales, sus beneficiarios, con el pretexto de crear puestos de trabajo, olvidan los principios más elementales, sus culturas y sus más ricas tradiciones artísticas!... ¡Ay, sr. González, cómo algunos cambian de chaqueta con el escaso tiempo transcurrido desde entonces! ¡Otros, en cambio, siguen igual o peor!...
Pero retomemos el hilo (de araña) de la entrevista. Es novedad que ahora Felipe abandone la “gran coalición” (PP+PSOE+C´s) que tenía en mente antes de las elecciones. Quizá fuera por las buenas perspectivas que los sondeos daban entonces a Ciudadanos. Pero tampoco le vale la del Gobierno del Ibex-35, ya que esa combinación podría hacerle (al PSOE) una “pinza”, ¡cómo la recuerda!, ayudando la subida de Podemos, y dejando a éste el espacio de la oposición. Pero, ¡aclárese sr. González!, ¿cuál es el mejor Gobierno posible? Es inútil; de nuevo nos encontramos con la táctica disuasoria de “echar balones fuera”, como respuesta: es mucho pedir(me) en una entrevista como esta, pero creo que ha llegado el momento de mirar a los ciudadanos y abandonar estrategias de trileros como la que hemos visto el viernes pasado. A nadie le extrañaría que a estas alturas de mi vida prefiriera que haya un Gobierno con programa acordado para España, por lo que necesitamos, incluso si no es el Gobierno que más me guste personalmente (¿?) Me va a permitir el lector la osadía de, más que de comentar, sacar a la luz lo que oculta este “galimatías”: nadie, a estas alturas, sabiéndose lo “forrado” que estoy, se escandalizaría que yo prefiriera un Gobierno a la medida de mis intereses, porque lo necesito para ganar tiempo, aunque no fuera todo lo de derecha que le gustara a mis socios…
Y acto seguido, entra en el análisis “engorroso” de la aritmética parlamentaria. Pero de tal engorro voy a librar al lector, aunque prometí un comentario más literal del texto. Me lo agradecerá, porque, si bien acusa a otros de “trileros”, cuando este “alquimista” hace uso de la “magia” y el “conjuro”, deja en pañales al propio Pitágoras. Su editorial en El País del día siguiente, lo explica más claro: las urnas no alumbraron ninguna mayoría de izquierdas, ni siquiera aceptando la hipótesis extremadamente generosa de que Podemos sea considerado como tal; sus diputados, junto con los de IU y los socialistas, suman 161 escaños. ¿Y los de ERC y otros del Grupo Mixto? ¿No adivina el lector en este texto el “alambique” desde el que el “ilustre Mago”, con su “abracadabra”, pretende hacer desaparecer a los parlamentarios de PODEMOS, mandándolos al “gallinero del hemiciclo”?
Dice ver posible un Gobierno PSOE+C´s, pues, según él, podría haber base parlamentaria para las reformas que necesitamos, aunque, de momento, no dice cuáles son esas bases y cuáles las reformas. Sólo que la ve factibles, si el PP no practica la vetocracia… ¡Así se las ponían a Felipe, pero el otro! ¿Ha sacado el lector alguna conclusión clara? No se desanime; que tampoco el entrevistador, que le sigue preguntando en qué basa sus preferencias por un Gobierno progre sista y reformista. Pero la respuesta vuelve a ser “etérea”: haciendo frente al inmovilismo y al liquidacionismo. Dos males que pretende conjurar recurriendo al consenso de la Transición. En ese recurso fácil al espíritu de la Transición, Felipe olvida detalles importantes. Bien está que esos detalles los ignore el “piquito de oro” de A. Rivera, citando al propio Felipe, a Fraga, S. Carrillo y sus papeles en la elaboración de la Constitución y en los Pactos de la Moncloa. Pero de ninguna manera debe ignorarlos el que estuvo presente en tales eventos: aquél consenso fue impuesto por los “poderes fácticos”, y los que más se beneficiaron del mismo fueron los “restos del franquismos”, que, aprovechando la “derechización” del PSOE, intentaron liquidar las fuerzas que realmente lucharon contra la dictadura, que, ingenuas, creyeron que tiempo tendrían de recuperar lo perdido, una vez instaurada la Democracia. Pero tales esperanzas fueron frustradas por ese bipartidismo imperfecto, que ahora denuncia Gonzáles hipócritamente.
Lo que sí tiene claro Felipe en todas sus “maquinaciones” es la exclusión de PODEMOS. La desconfianza que él presume en esta fuerza emergente hacia un Gobierno monocolor del PSOE, quiere revertirla en confianza hacia sus palabras y hacia las promesas de su partido. Pero eso sería tanto como confiar en las “nuevas” promesas del PP, después de lo visto en la legislatura que acaba. No sé, pues, de qué se asusta Felipe y la “vieja guardia”, de que PODEMOS exija garantías del cumplimiento del programa, participando en el posible Gobierno presidido por Pedro Sánchez. Intentar deslegitimar esa exigencia con el fútil argumento de que lo que desea Iglesias son “poltronas”, más bien alimenta esa desconfianza, como presagian las primeras decisiones tomadas en el Parlamento, perjudicando a PODEMOS, cuyos sesenta y nueve diputados representan a más de cinco millones de españoles. Pero, es que, además, se olvida de que la ejecución de cualquier programa político de gobierno, no se hace desde las “tribunas” del Parlamento, sino en los despachos ministeriales, detrás de una mesa y en una silla… ¿O es que Felipe y los que piensan como él confían más en un pacto con el PP, que sigue reclamando el primer “sillón”, o de éste con su “marca blanca”, C´s, cuyo líder siempre dijo que no apoyaría ni a Rajoy ni a Sánchez, ni participaría en un Gobierno que él no presidiera? Ahora que el resultado electoral le “ha bajado los humos”, no quiere perder su trozo de la tarta, presentándose como un “hombre de Estado” conciliador, haciendo de “celestina” ante los que, no ha mucho, casi desairaba… Por cierto, ¿de dónde saca este “aprendiz de trilero” los 17 millones de votantes que, dice, están detrás de su proyecto?...(Al Rojo Vivo, 3-2-16). Y una pregunta más a este “hombrecito de Estado”: si en estos días se muestra tan atareado en su ir y venir a la Moncloa y Ferraz con la “salvífica” misión de convencer a PP y PSOE para que retiren el veto que, mutuamente, se tienen, ¿por qué no hace lo mismo con el círculo rojo en el que él y los suyos pretenden confinar a PODEMOS?...
Ante la insistencia del periodista, Felipe no encuentra una Ariadna que le ayude, como a Teseo, a salir del “laberinto” en que se ha metido. Conoce de sobra el NO del PSOE a negociar con el PP; igualmente sabe de la negación de C´s de apoyar al PSOE, si pacta con PODEMOS… Entonces, ¿En qué queda ese Gobierno reformista y progresista preferido por él? ¿Cómo ha de considerarse, si no de hipócrita, de marrullera, habida cuenta de la aritmética parlamentaria, su respuesta: creo que ni el PSOE ni el PP ni otros deberían negar la posibilidad de un Gobierno para España, si no están en condiciones de hacerlo ellos con sus formulaciones y programas? Sólo encuentro una consideración: la de “respuesta escapatoria”.
Por último, la UE y Europa como excusa. Ha echado de menos en la “campaña” que no se hablara del tema. ¿No ha participado él en algunos mítines? ¿Es que sólo le dejaron tiempo para “denigrar” a PODEMOS? ¿Dedica algo de su tiempo para preocuparse por el gravísimo problema de los refugiados, que puede “dejar en pañales” a la Europa de los Derechos Humanos? Por otra parte, es tremendamente hipócrita, cuando dice: No soy partidario de esas campañas que tratan de meter miedo a los ciudadanos, para condicionar su libre voluntad, inclusive la presión que pueda venir de la Comisión Europea… ¡Como si él y los suyos estuvieran al margen de tales presiones, de la que esta misma entrevista no es más que una prueba evidente! ¿Qué pensar, además, de las reuniones y “comilonas” de la “vieja guardia”, para agitar a su “quinta columna” del Comité Federal?
Por fin termina esta larga interviú con un poco de “peloteo”, pues como no sea por la veneración que el periodista profesa por el “líder”, ignoro en qué escenarios potenciales se esté especulando con su nombre como una especie de solución ideal…, o por qué cree que se echa tanto en falta un Felipe González en España… (¿?) Y la respuesta no puede ser más de “beata piadosa”: porque ha dado tiempo a olvidarse de los errores que cometí…, y porque reconocen que siempre puse por delante los intereses de España, y eso se echa de menos ahora… ¡AHÍ QUEDA ESO!...
Y ya que me he alargado más de lo previsto, no importa un poco más para reconocer a Pedro Sánchez su habilidad en recurrir a las bases, intentando fortalecerse frente a sus detractores internos. Si de verdad pone en práctica todo lo que ayer le oí decir en una entrevista en TV-5 con Piqueras (3-2-16), y mantiene el “talante” que le observé, en las dificultades que tiene por delante, saldrá fortalecido como líder del PSOE, fortaleciendo a la vez a su partido. Alguien tiene que relegar a los libros de historia a personajes como Felipe Gonzáles. Pero, Pedrito, para todo ello no puede dejar pasar la oportunidad que te brinda el “leninista 3.0” de formar un Gobierno de Izquierda…
Manuel Vega Marín. Madrid, 4 de Febrero de 2016. Solicitoopinar.blogspot.com.es @ElmismotalVega
submitted by MVega43 to podemos [link] [comments]

7 trapitos sensuales y zukistrukis de la vida eterea :) Etérea - Cartas (Audio) Vida - Marc Anthony - YouTube Canserbero-Vida (LETRA) - YouTube MAKA - Vida (Vídeo Oficial) - YouTube

Definición de etérea en el Diccionario de español en línea. Significado de etérea diccionario. traducir etérea significado etérea traducción de etérea Sinónimos de etérea, antónimos de etérea. Información sobre etérea en el Diccionario y Enciclopedia En Línea Gratuito. 1 . adj. QUÍMICA Del éter, compuesto químico la inhalación de vapores etéreos produce somnolencia. Para a Luz - Vida Etérea - Elegias - O Doido e a Morte de Teixeira de Pascoaes. «Teixeira de Pascoaes é um poeta de sempre, tal como disse Ilídio Sardoeira, um seu conterrâneo também ilustre. Aliás, não hesitamos em afirmar que Pascoaes... Yesenia's Vida Cleanse is a lifestyle that supports cleansing through retreats that offer a guided 5 Day juice fast, yoga, light hiking and colon hydro-therapy, energy work and much more for optimal health results. The retreats are designed to provide a relaxed, serene environment that you can go at your own pace. Vida Etérea Teixeira de Pascoais 1906 Comentários. Inserir comentário - Ainda não existem comentários para este livro. Outros livros de Teixeira de Pascoais. O Penitente. 1942. Cânticos. 1925. Sonetos. 1925. Contos Indecisos. 1921. A Era Lusíada. 1914. O Doido e a Morte. 1913. Para a Luz - Vida Etérea - Elegias - O Doido e a Morte de Teixeira de Pascoaes . Para recomendar esta obra a um amigo basta preencher o seu nome e email, bem como o nome e email da pessoa a quem pretende fazer a sugestão. Se quiser pode ainda acrescentar um pequeno comentário, de seguida clique em 'confirmar'. A sua recomendação será ...

[index] [6319] [332] [6157] [3284] [8767] [2447] [125] [4652] [2239] [606]

7 trapitos sensuales y zukistrukis de la vida eterea :)

TRANSICIÓN DE LA MUERTE FÍSICA A LA VIDA ETÉREA. This feature is not available right now. Please try again later. Vives dentro de mí, en mis pensamientos y en todo lo que hago, sin importar el momento del día; sea de día, de noche o madrugada, vives pegada en mi mente y ... Enjoy the videos and music you love, upload original content, and share it all with friends, family, and the world on YouTube. - Aquella mujer es etérea y llena de fantasías, que alegran mis humildes ojos. - Recuerdo perfectamente que ante mí, se presentó un ser etéreo y muy sabio dispuesto a darme consejo. Disponible en todas las plataformas digitales. Musica: MelodicoLmc y DeClara Letra: Maka Un videoclip de INGENIA PRO Dirección y edición: Dan Barreri Direcci...

http://forex-viethnam.emonpluneliman.tk